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Admirável Mundo Novo: As corporações governam o mundo

Admirável Mundo Novo: As corporações governam o mundo.

As corporações governam o mundo

 

As corporações governam o mundo

 

Tags: Bancos, Corporações, Política, Mundo,

 

 

 

As corporações governam o mundo

 

 

 

Talvez a mais popular teoria da conspiração da atualidade – sobre as corporações que governam o mundo – parece ser verdadeira. Pesquisadores da universidade de Zurique, comparando dados das maiores companhias do mundo, chegaram à conclusão de que 40% da economia global são controlados por um pequeno grupo de corporações, que não apenas dirige as correntes financeiras, mas também influi sobre a política mundial.

 

 

Os amantes da conspirologia e de romances policiais econômicos podem comemorar a vitória. Quantos decênios eles tentaram convencer os demais sobre a existência de um governo mundial oculto! Quantas vezes falaram de corporação secreta que governa o mundo! Acontece que eles não estavam longe da verdade. Sendo que as provas são as mais sérias. Cientistas suíços, por meio de análise matemática confirmaram que os holdings transnacionais governam o mundo. Para confirmar esta teoria os pesquisadores elaboraram informação sobre 37 milhões de firmas em todo o mundo.Esclarecerem quem e o que possui. O resultado foi surpreendente – O núcleo da economia mundial é constituído de 147 companhias, às quais corresponde 40% da economia global. E em lista a parte foram destacados 10 instituições financeiras, que, como os cientistas consideram, constituem a “super-corporação mundial”. Pode-se considerar que esta conspiração para a conquista da riqueza mundial foi descoberta- diz o principal estrategista de investimentos da companhia “Brokercreditservis”, Maxim Shein.

 

Tudo é pesado visando os interesses das companhias. Este equilíbrio pode ser abalado, mas, sem dúvida nenhuma, o mundo é muito pequeno para que falemos que ninguém coordena suas ações com outro, não combina com ninguém. É pouco provável que isto ocorra no âmbito de uma estrutura. Tais estruturas podem ser várias. Pode ser que em certo período a influência de uma é maior do que a das outras. E até mesmo pode ser que tais estruturas não sejam duas, mas três. Nós simplesmente não conhecemos muitas corporações grandes. Mas se alguns dos nomes são desconhecidos de amplo círculo, isto não significa nada.

 

 

Os “10 mais” são integrados pelos bancos que todos conhecem: Barclays, Merril Lynch, JP Morgan Chase, UBS. Há também nomes pouco conhecidos. Por exemplo: Capital Group Companies, FMR Corporation, AXA, State Street Corporation. Ao mesmo tempo o director executive da companhia AG Capital, Aleksandr Aguibalov, exorta a não exagerar. Mas ele também reconhece: os financistas agora são quase que os principais lobbistas do mundo.

 

 

As grandes companhias, sem dúvida nenhuma, não são públicas, patrocinam as campanhas eleitorais de todos os deputados, promovem seus homens ao poder. Adiante elas usam suas relações: Influem sobre o quadro político, tentando obter do político decisões aceitáveis para si.

 

 

Naturalmente que os números e cálculos dos cientistas suíços podem ser discutidos. Mas, com certeza, os participantes do movimento “Ocupar a Wall Street” procurarão usá-los em seu combate contra as corporações financeiras. Este movimento já abrange dezenas de países do mundo. E agora os ativistas do movimento sabem com certeza às portas de que companhias é melhor fazer comícios.

 

 

Fonte: Rádio Voz da Rússia.

 

 

 

abril 15, 2012 Posted by | crise financeira, governo mundial, nova ordem internacional | , | Deixe um comentário

Admirável Mundo Novo: A crise econômica da Europa: Portugal, Irlanda, Espanha, Itália e Bélgica seguem na mesma direção da Grécia

Admirável Mundo Novo: A crise econômica da Europa: Portugal, Irlanda, Espanha, Itália e Bélgica seguem na mesma direção da Grécia.

A crise econômica da Europa: Portugal, Irlanda, Espanha, Itália e Bélgica seguem na mesma direção da Grécia

 

 

 

Nada está acabado até estar terminado. Naturalmente, referimo-nos à Europa e à sua versão de 1984. Achamos difícil de compreender que banqueiros, políticos e burocratas da Europa possam fazer o que fizeram com uma cara aparentemente séria. Investidores tiveram um haircut a pressionar suas gargantas mas o BCE e o FMI ficaram isentos. 

Como pode ser isso? É porque alguns são mais iguais do que outros.

Não há dúvida de que isto será um acontecimento decisivo para o sistema financeiro europeu e mundial. Assistimos a um descumprimento parcial, mas só porque os criadores dos derivativos, o ISDA(International Swaps and Derivatives Association), tinham de dizer alguma coisa, do contrário o seu negócio de derivativos teria entrado em colapso. Ninguém fará negócio com um segurador ou um operador de apostas que não paga e constantemente muda as regras de forma arbitrária. Não é preciso dizer que tais maquinações estão fora da vista do público, porque 99% dele certamente não entende de derivativos. 

A Grécia está a caminho da crise seguinte quer seja pela via da austeridade, de manifestações ou de um golpe militar. Com toda probabilidade a Grécia será seguida pela Irlanda, Portugal, Bélgica, Espanha e Itália. 

Também será interessante ver se retornam depósitos bancários aos bancos gregos. Eles provavelmente não voltam e haverá grande dificuldade a afetar qualquer espécie de recuperação. O povo grego, ao longo disto, foi deixado fora da equação. 

Como mencionamos no último número, os líderes da zona do euro gastaram três anos a tentarem evitar um tal resultado, mas obviamente subestimaram a profundidade dos problemas gregos e de outros países. Será interessante ver como os membros do ISDA manipulam os US$3 mil milhões em acertos de derivativos, ou será que alguma vez compartilharemos o segredo deles? Mas quaisquer que tenham sido as soluções europeias elas certamente foram política enviesada e fracassada. Quase tudo política e muito pouco pensamento avançado. Um evitar de colapso e depuração só para arcar com as consequências daqui a seis meses a um ano. 

Certamente uma vitória de Pirro, pois a distribuição de fundos foi muito mais curta do que era necessário. O que pensarão estas pessoas e o que dirá a Alemanha esta semana quando revelarem o fato de que o novo MEE , o sucessor do EFSF, é inconstitucional na Alemanha? Além disso, estes países europeus solventes que emprestaram estes fundos em nome dos seus contribuintes tem de revelar-lhes simplesmente em quanto estão pendurados até agora. 

Serão estas pessoas suficientemente tolas para acreditar que austeridade, salários mais baixos e lucros mais altos trazem prosperidade? Todo o cenário é surreal e irrealista. Também nos perguntamos o que pensam acerca de o BCE e o FMI serem excluídos das perdas gregas e de outras. O eleitor tem de acreditar que estão a viver num mundo imaginário. 

O acordo que foi estruturado para a Grécia desrespeita a lei e será litigado durante anos. Por que investidores desejariam investir sob estas circunstâncias? As regras são aquilo que eles dizem que são em qualquer dado momento ou conjuntura. Estarão outros países desejosos de seguirem o mesmo caminho? 

Toda promessa dos banqueiros, políticos e burocratas foi rompida. 

No fim as perdas do investidor foram de 70% ou mais. Eles deveriam ter aguentado perdas de 100%, mas isso não se vê nem aqui nem ali, a questão é que todos foram também deliberadamente enganados. A Grécia não era um caso isolado e os mercados financeiros são bem conscientes disso. 

Não será de perguntar como é que o BCE vai descarregar US$290 mil milhões em títulos tóxicos? Quem será bastante tolo para comprá-los? Como exemplo, o PIB português pode cair mais de 5% em 2012. Isso poderia traduzir-se em 50% de perdas um fardo da dívida pública de 118% do PIB no ano fiscal de 2012. A dívida do seu estado eleva isto em mais 10%. Isso é pior do que a Grécia. 

Recorde-se um fato muito pouco conhecido, de que Portugal “mascarou” o seu déficit no ano passado, tomando 3,5% do PIB de fundos de pensão privados. Cidadãos de todos os países prestam muita atenção. Este roubo está em vias de ser um modo de vida para todos os banqueiros e políticos. Eles estão em vias de roubar a sua aposentadoria, esteja pronto para isso. Eis porque temos recomendado a todos os cidadãos nos EUA a retirarem todos os fundos de aposentadoria que puderem. Em cinco meses o FMI decidirá se Portugal precisa de mais dinheiro. Naturalmente precisará de mais. Portugal não pode levantar fundos no mercado aberto a taxas razoáveis, de modo que o FMI tem de intervir com o EFSF. Como é que isto se ajustará à Espanha e à Itália? Não muito bem, imaginamos. Tudo isto significa que os possuidores de títulos  destes países estarão vendedores e não compradores, o que colocará o BCE e o FMI numa situação desesperada. Os problemas da Europa têm anos de duração. 

Só para mostrar como estão os bancos centrais europeus, verifica-se que devem US$650 mil milhões ao BCE. Além disso, se a Grécia tiver de deixar a zona do euro no futuro ela deverá aos atores solventes do euro outros US$125 mil milhões em dívida pagável. 

Uma dívida que será muito pior daqui a seis meses a um ano.

Isto significa que a Alemanha utilizará o próximo salvamento para dizer não, especialmente que o MEE não estará disponível para eles, ou assim diz o seu Tribunal Supremo. Acreditamos que a Alemanha quis assumir a perda e ir embora um ano atrás, mas os banqueiros disseram não. O seu sonho de governo mundial ainda está vivo e é mais importante do que o sistema financeiro da UE. Então dizem-nos outra vez que o Mediterrâneo é um vasto depósito de gás natural. Se assim for, então talvez a Grécia esteja a ser mantida a fim de ter acesso àquele gás e estarem menos dependentes da Rússia. 

Como temos dito frequentemente desde o princípio da década de 1990 a UE e a zona do euro estão condenadas. 

A Grécia não tem possibilidade de recuperação devido aos fundos inadequados emprestados. Então há os desembolsos dos CDS de uns US$3 mil milhões, os quais farão as coisas mais difíceis para outros países na mesma situação. A recapitalização dos bancos gregos é um insulto à inteligência econômica. Eles precisarão o dobro dos fundos oferecidos só para alcançarem os 9% de exigências de capital. 

Fundos de pensão gregos serão devastados, provavelmente retendo 25% do antigo valor. Temos uma [nova] coligação governamental em 1 de Maio e isso põe em causa o futuro do acordo de salvamento que acabou de ser feito. A Grécia está em vias de ser sujeita a um corte orçamentário de 20% em cima daquele já efetuado. Este acordo engendrado pelos banqueiros é o pior de todos os mundos. 

Provocará graves problemas à UE nos próximos anos. 

Há alguns meses escrevemos que há cerca de US$70 mil milhões em CDS gregos. Corte isto pela metade e as perdas seriam de US$30 a US$35 mil milhões, não os US$3 mil milhões mencionados. A questão que se levanta será a capacidade das contrapartes de pagarem. Descobriremos isso bastante logo. Haverá uns poucos vencedores e quão longe irá a carnificina? O acordo estruturado não foi de todo voluntário para os credores gregos. Foi extorsão nos moldes da Inquisição Espanhola. Isso não é modo de conduzir negócios. 

Veja-se então as questões sociais e a possibilidade de um golpe. E há ainda aspectos racistas a atiçar ódio. 

Os nortistas não gostam dos sulistas no Sul latino. 

Como dissemos anteriormente Portugal caminha na mesma direcção da Grécia. Nenhum crescimento e nenhuma mudança de qualquer espécie. A Itália e a Espanha terão de ser salvas como os outros. E há ainda o negro segredo sujo de que é a França que se segue. Estes problemas vão continuar por aí além. 

14/Março/2012

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=29766 
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
Retirado do site http://www.fimdostempos.net

 

 

 

março 31, 2012 Posted by | crise financeira, governo mundial, nova ordem internacional, nova ordem mundial | Deixe um comentário

A crise financeira internacional e a formação da Nova Ordem Mundial.

O nascimento da nova ordem

  • Rogério Simões
  • 30/03/2009

g20blog.jpgDepois da tempestade, espera-se pela bonança. Mas, mesmo que ela nunca dê o ar da graça, já é possível identificar, no fim do túnel em que o mundo se encontra, um cenário bem diferente do que temos hoje.

Após um incêndio ter quase destruído o sistema financeiro internacional, numa crise iniciada em 2007, arquitetos já trabalham em uma nova estrutura, enquanto bombeiros ainda lutam contra as chamas. Líderes das 20 principais economias do mundo reúnem-se nesta semana, em Londres, com a missão de dar início à criação de uma nova ordem econômica e política mundial, em substituição àquela surgida após a Segunda Guerra Mundial. Muitos céticos duvidam que se consiga mais do que uma simpática carta de intenções para lidar com os atuais problemas da economia. Mas vários líderes do mundo desenvolvido já admitem: o tempo em que as nações ricas decidiam o futuro do mundo acabou.

Foi o que disse o premiê britânico, Gordon Brown, que passou pelo Brasil e pelo Chile antes de receber os colegas do G20 em sua capital. Apesar de considerado por muitos um dos responsáveis pelos efeitos da crise em seu próprio país, ninguém nega que Brown, ministro das Finanças por dez anos no governo Tony Blair, entende do assunto. Ele fala com a autoridade de quem viu, dos corredores do poder, a globalização se intensificar sem limites por mais de uma década e agora vê seu próprio futuro político ameaçado por suas incongruências (uma eleição no ano que vem ameaça tirá-lo do poder). Por isso o que ele diz merece crédito, mesmo que não seja exatamente uma novidade.

Há muito se fala em aumento do poder dos países emergentes e a transformação do mundo em uma realidade verdadeiramente multipolar. Mas a atual crise econômica parece estar acelerando esse processo, com empresas e governos de países antes considerados subdesenvolvidos ganhando poder e influência. Essa pelo menos é a tese de vários especialistas, entre eles Jim O’Neill, do Goldman Sachs, entrevistado na nossa série especial “BRICs 2020″, publicada a partir desta segunda-feira aqui no site da BBC Brasil. O’Neill, que no início da década previu a consolidação de Brasil, Rússia, China e Índia como potências em 2050, afirmou à nossa reportagem que esse processo já estará muito mais claro daqui a 11 anos. A crise global estaria, na sua visão, tirando mais rapidamente dos países desenvolvidos um poder econômico a ser distribuído entre as nações emergentes mais fortes.

fonte: BBC brasil.

Nota: A nova Ordem Mundial foi planejada para surgir após crises mundiais de grandes proporções, como guerras, catástrofes naturais ou uma crise econômica como esta que estamos vendo.

Sem o medo e a insegurança seria difícil modificar de maneira mais profunda as estruturas econômicas e sociais do mundo.

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Nova Ordem Mundial.

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março 31, 2009 Posted by | crise financeira, governo mundial, nova ordem internacional | Deixe um comentário

A Nova Ordem Mundial está aí…

A NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ AI…

Duas crises e o processo de implantação da Nova Ordem mundial recebeu uma aceleração enorme no seu desenvolvimento.
A primeira crise foi desencadeada pelos atentados de 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas nos Estados Unidos. A partir daí o mundo mudou e muito.

torres gêmeas em chamas

torres gêmeas em chamas

Os atentados deflagaram a onda de medo de novos atentados tanto nos Estados Unidos como na Europa, com reflexos no restante do mundo. Sob a bandeira de combate ao terrorismo e para evitar novos ataques foram estabelecidas medidas de segurança e controle através de leis cada vez mais limitadoras da liberdade dos cidadãos nativos e estrangeiros, principalmente nos países atingidos e nos possíveis alvos de atentados terroristas.
Após os atentados, o que mais se ouvia era que se a perda de parte da liberdade e da privacidade era o preço a pagar pela segurança então o governo devia garantir por todos os meios disponíveis a segurança da população para evitar novos atentados no futuro.
Enquanto a população vivia um clima de paranóia, desconfiando de qualquer estrangeiro que se parecesse árabe ou muçulmano, o governo americano criava leis e tomava medidas de segurança que supostamente tornaria o país mais seguro contra ataques terroristas.
Muitas das leis criadas ainda não foram totalmente implantadas, se fossem transformariam o país numa ditadura em apenas 24 horas.
Há vários sites na internet, a maioria em inglês, com artigos que mostram como as pessoas em postos importantes no governo americano se aproveitaram da situação para criar uma legislação ditatorial quase ás escondidas, tudo sob a desculpa de combate ao terrorismo. No site http://www.espada.eti.br pode-se encontrar vários artigos de David Bay sobre este assunto.
A Europa, com apoio irrestrito da Inglaterra, que também sofreu atentados e tinha células terroristas em seu território, tomou medidas de prevenção ao combate ao terrorismo.
Hoje temos um mundo mais vigiado, mas não mais seguro. Na verdade as novas leis deram aos governos americano e europeu mecanismos legais de bisbilhotagem e vigilância sobre qualquer indivíduo considerado suspeito.
Foram desenvolvidos aparatos tecnológicos sofisticados para monitoração e espionagem, além de criar um enorme banco de dados biométricos, com impressões digitais e fotografias de criminosos conhecidos e cidadãos estrangeiros em trânsito pelo país. Inclusive os serviços de fiscalização dos aeroportos podem confiscar telefones celulares, câmeras fotográficas, notebooks e até pen drives para exame do conteúdo, por um prazo de tempo não especificado.
O que antes parecia coisa de filme de ficção científica agora está no dia a dia das pessoas. Um exemplo é o uso de impressões digitais em caixas automáticos de bancos, hoje já é de uso corrente, a urna eletrônica para votação usando o mesmo princípio já está sendo testada, todo esse desenvolvimento em tecnologia de segurança teve grande impulso depois dos atentados de 11 de setembro.
Os atentados terroristas nos Estados Unidos deixaram o mundo mais vigiado, portanto mais fácil de ser controlado.
Henry Kissinger em discurso à organização Bilderberg em 21 de maio de 92, disse:

“Hoje, os americanos ficariam indignados se as forças da ONU entrassem em Los Angeles para restaurar a ordem. Amanhã, ficarão agradecidos! Isso será especialmente verdadeiro se lhes for dito que há uma ameaça externa do além, seja real ou promulgada, que põe em risco a nossa própria existência. Será então que todos os povos do mundo se submeterão aos líderes mundiais para serem protegidos desse mal. A única coisa que todos os homens temem é o desconhecido. Quando inseridos nesse cenário, os direitos individuais serão voluntariamente abdicados em troca da garantia de que o bem-estar será assegurado pelo Governo Mundial.”
(Transcrito da fita gravada por um delegado)
Raízes Revolucionárias da ONU http://www.espada.eti.br/onu.asp .

A segunda crise está em andamento, é a crise financeira, que começou com as hipotecas americanas e atingiu o sistema financeiro global.
Essa é outra crise que avança um pouco mais a Nova Ordem Mundial e os planos para a implantação do Governo Mundial.

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/10/e101121430.html

Lula diz que crise é oportunidade para criar a Nova Ordem Mundial

Lula diz que crise é oportunidade para criar uma Nova Ordem Mundial

Na recente reunião de cúpula do G-20, realizada nos Estados Unidos, o clamor era por uma maior regulamentação do sistema financeiro mundial, permitindo a fiscalização por parte de organismos internacionais como o FMI, Banco Mundial e outros.
Eis algumas das decisões dessa reunião:

cúpula do G-20 em washington

cúpula do G-20 em washington

a)    O FMI e o FSF (fórum de estabilidade financeira, em inglês) expandido deverão ter como foco a mudança de padrões. Juntos, devem aprimorar esforços com vistas a integrar melhor as responsabilidades de supervisão e regulamentação.
b)    O FMI, em coordenação com o FSF e outras instituições, deve ter um papel de liderança no aprendizado de lições da crise atual.
c)    Devemos rever a adequação dos recursos do FMI, do Banco Mundial e outros bancos de desenvolvimento e estar prontos para elevá-los onde for necessário.
Vemos como o FMI, que estava esquecido, voltou a ter visibilidade e autoridade para ser o supervisor do sistema financeiro, vale lembrar que o FMI é um órgão da ONU, que é ela mesma o núcleo do futuro Governo Mundial.                                                                                                                                                                         Com relação a uma maior ingerência dos governos no mercado financeiro algumas propostas foram feitas.
a)    – As autoridades regionais e internacionais devem trabalhar em conjunto para aprimorar a cooperação regulatória entre jurisdições.
b)    – As autoridades regionais e internacionais devem trabalhar para promover o compartilhamento de informações sobre ameaças à estabilidade financeira local e global.
c)    – As autoridades regionais e internacionais também devem rever as regras de conduta de negócios para proteger os mercados e os investidores, especialmente contra a manipulação e a fraude.
Essas decisões são importantes porque põem organismos ligados a ONU no papel de reguladores do sistema financeiro e os governos como legisladores do sistema financeiro.                                                                         A confusão no sistema financeiro mundial foi alardeada pela grande mídia como sendo culpa apenas dos bancos que o financiavam hipotecas para pessoas que não possuíam um histórico creditício confiável, mas o site http://www.globalresearch.ca no artigo intitulado “A mais séria crise econômica da história moderna”, diz o seguinte:
O abalo financeiro de outubro de 2008 não é o resultado de um fenômeno econômico cíclico. É o resultado de uma política de governo instrumentalizada através do tesouro e da junta da reserva federal dos Estados Unidos. (tradução nossa).
O ex-presidente do FED Alan Greenspan admitiu em depoimento no congresso americano que cometeu erros durante seus anos no cargo. Uma das maiores críticas feitas a Greenspan é que ele manteve as taxas de juros americanas baixas demais por um tempo excessivo, facilitando a oferta de crédito e, assim, alimentando a bolha imobiliária que está na raiz da atual crise.  http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081023_greenspan_errorg.shtml
Pelos pronunciamentos dos líderes do G-20 percebemos um viés em direção ao coletivismo, que é o objetivo final da Nova Ordem Mundial. Poucas pessoas se preocupam com os rumos da política internacional depois da queda do muro de Berlim e a derrocada da União Soviética. Mas o próprio ex-presidente russo Mikhail Gorbatchev em visita aos Estados Unidos para angariar fundos para sua fundação declarou o seguinte:
“Uma alternativa entre comunismo e capitalismo estará sendo oferecida em um futuro próximo”.

E qual seria essa alternativa?
Essa alternativa é o coletivismo, o grande sonho dos globalistas da ONU.  A reunião de cúpula do G-20 estava buscando uma solução para a crise uma vez que na opinião deles o capitalismo já não é um regime confiável, e pelo pudemos ver acima pelas medidas propostas e pelo matiz socialista da quase totalidade dos membros da reunião eles querem uma maior intervenção dos governos e da ONU nos mercados financeiros.
Vejamos essa declaração: “O s poderes do capitalismo financeiro têm outro alvo muito abrangente, nada  menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo…”
Raízes revolucionárias da ONU – http://www.espada.eti.br
Num regime coletivista o Estado é visto como o solucionador de todos os problemas importantes; o que leva a corrupção política, ao totalitarismo, a baixa produtividade e a escassez.  O futuro está chamando… http://www.espada.eti.br.
Isto foi exatamente o que o presidente Lula disse em várias ocasiões, onde pedia mais intervenção estatal nos mercados financeiros e cujas propostas nesse sentido foram bastante elogiadas.  Durante sua visita a Itália, antes da reunião de cúpula, Lula disse o seguinte:

“Precisamos formar um outro (sistema financeiro), imune às aventuras do capitalismo especulativo, mais transparente, com regras e controles mais estritos, em benefício da sustentabilidade do crescimento e do desenvolvimento”.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081110_lula_consenso_fp_cq.shtml
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco274822,0.htm

A princípio pode parecer que os bancos sofrerão algum prejuízo com uma maior fiscalização pelos governos e pelo FMI, mas na verdade eles serão os maiores beneficiados. Na definição acima de coletivismo vemos que uma maior participação do Estado leva a mais corrupção, como? O poder do dinheiro é quase irresistível para os políticos, logo a estrutura legislativa do país é bastante vulnerável a um poder corruptor com recursos financeiros ilimitados.
Portanto essas duas crises, a luta contra o terrorismo e a recente crise financeira, estão preparando o terreno para uma maior união e colaboração dos países, quebrando paulatinamente a idéia de soberania dos Estados e criando um clima propício para uma ingerência cada vez maior da ONU nos países, uma vez que todos devem colaborar para o bem comum da humanidade.

novembro 27, 2008 Posted by | crise financeira, governo mundial, nova ordem internacional | , , , | Deixe um comentário