Governo Mundial

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A Nova Ordem Mundial está aí…

A NOVA ORDEM MUNDIAL ESTÁ AI…

Duas crises e o processo de implantação da Nova Ordem mundial recebeu uma aceleração enorme no seu desenvolvimento.
A primeira crise foi desencadeada pelos atentados de 11 de setembro de 2001 às torres gêmeas nos Estados Unidos. A partir daí o mundo mudou e muito.

torres gêmeas em chamas

torres gêmeas em chamas

Os atentados deflagaram a onda de medo de novos atentados tanto nos Estados Unidos como na Europa, com reflexos no restante do mundo. Sob a bandeira de combate ao terrorismo e para evitar novos ataques foram estabelecidas medidas de segurança e controle através de leis cada vez mais limitadoras da liberdade dos cidadãos nativos e estrangeiros, principalmente nos países atingidos e nos possíveis alvos de atentados terroristas.
Após os atentados, o que mais se ouvia era que se a perda de parte da liberdade e da privacidade era o preço a pagar pela segurança então o governo devia garantir por todos os meios disponíveis a segurança da população para evitar novos atentados no futuro.
Enquanto a população vivia um clima de paranóia, desconfiando de qualquer estrangeiro que se parecesse árabe ou muçulmano, o governo americano criava leis e tomava medidas de segurança que supostamente tornaria o país mais seguro contra ataques terroristas.
Muitas das leis criadas ainda não foram totalmente implantadas, se fossem transformariam o país numa ditadura em apenas 24 horas.
Há vários sites na internet, a maioria em inglês, com artigos que mostram como as pessoas em postos importantes no governo americano se aproveitaram da situação para criar uma legislação ditatorial quase ás escondidas, tudo sob a desculpa de combate ao terrorismo. No site http://www.espada.eti.br pode-se encontrar vários artigos de David Bay sobre este assunto.
A Europa, com apoio irrestrito da Inglaterra, que também sofreu atentados e tinha células terroristas em seu território, tomou medidas de prevenção ao combate ao terrorismo.
Hoje temos um mundo mais vigiado, mas não mais seguro. Na verdade as novas leis deram aos governos americano e europeu mecanismos legais de bisbilhotagem e vigilância sobre qualquer indivíduo considerado suspeito.
Foram desenvolvidos aparatos tecnológicos sofisticados para monitoração e espionagem, além de criar um enorme banco de dados biométricos, com impressões digitais e fotografias de criminosos conhecidos e cidadãos estrangeiros em trânsito pelo país. Inclusive os serviços de fiscalização dos aeroportos podem confiscar telefones celulares, câmeras fotográficas, notebooks e até pen drives para exame do conteúdo, por um prazo de tempo não especificado.
O que antes parecia coisa de filme de ficção científica agora está no dia a dia das pessoas. Um exemplo é o uso de impressões digitais em caixas automáticos de bancos, hoje já é de uso corrente, a urna eletrônica para votação usando o mesmo princípio já está sendo testada, todo esse desenvolvimento em tecnologia de segurança teve grande impulso depois dos atentados de 11 de setembro.
Os atentados terroristas nos Estados Unidos deixaram o mundo mais vigiado, portanto mais fácil de ser controlado.
Henry Kissinger em discurso à organização Bilderberg em 21 de maio de 92, disse:

“Hoje, os americanos ficariam indignados se as forças da ONU entrassem em Los Angeles para restaurar a ordem. Amanhã, ficarão agradecidos! Isso será especialmente verdadeiro se lhes for dito que há uma ameaça externa do além, seja real ou promulgada, que põe em risco a nossa própria existência. Será então que todos os povos do mundo se submeterão aos líderes mundiais para serem protegidos desse mal. A única coisa que todos os homens temem é o desconhecido. Quando inseridos nesse cenário, os direitos individuais serão voluntariamente abdicados em troca da garantia de que o bem-estar será assegurado pelo Governo Mundial.”
(Transcrito da fita gravada por um delegado)
Raízes Revolucionárias da ONU http://www.espada.eti.br/onu.asp .

A segunda crise está em andamento, é a crise financeira, que começou com as hipotecas americanas e atingiu o sistema financeiro global.
Essa é outra crise que avança um pouco mais a Nova Ordem Mundial e os planos para a implantação do Governo Mundial.

http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/11/10/e101121430.html

Lula diz que crise é oportunidade para criar a Nova Ordem Mundial

Lula diz que crise é oportunidade para criar uma Nova Ordem Mundial

Na recente reunião de cúpula do G-20, realizada nos Estados Unidos, o clamor era por uma maior regulamentação do sistema financeiro mundial, permitindo a fiscalização por parte de organismos internacionais como o FMI, Banco Mundial e outros.
Eis algumas das decisões dessa reunião:

cúpula do G-20 em washington

cúpula do G-20 em washington

a)    O FMI e o FSF (fórum de estabilidade financeira, em inglês) expandido deverão ter como foco a mudança de padrões. Juntos, devem aprimorar esforços com vistas a integrar melhor as responsabilidades de supervisão e regulamentação.
b)    O FMI, em coordenação com o FSF e outras instituições, deve ter um papel de liderança no aprendizado de lições da crise atual.
c)    Devemos rever a adequação dos recursos do FMI, do Banco Mundial e outros bancos de desenvolvimento e estar prontos para elevá-los onde for necessário.
Vemos como o FMI, que estava esquecido, voltou a ter visibilidade e autoridade para ser o supervisor do sistema financeiro, vale lembrar que o FMI é um órgão da ONU, que é ela mesma o núcleo do futuro Governo Mundial.                                                                                                                                                                         Com relação a uma maior ingerência dos governos no mercado financeiro algumas propostas foram feitas.
a)    – As autoridades regionais e internacionais devem trabalhar em conjunto para aprimorar a cooperação regulatória entre jurisdições.
b)    – As autoridades regionais e internacionais devem trabalhar para promover o compartilhamento de informações sobre ameaças à estabilidade financeira local e global.
c)    – As autoridades regionais e internacionais também devem rever as regras de conduta de negócios para proteger os mercados e os investidores, especialmente contra a manipulação e a fraude.
Essas decisões são importantes porque põem organismos ligados a ONU no papel de reguladores do sistema financeiro e os governos como legisladores do sistema financeiro.                                                                         A confusão no sistema financeiro mundial foi alardeada pela grande mídia como sendo culpa apenas dos bancos que o financiavam hipotecas para pessoas que não possuíam um histórico creditício confiável, mas o site http://www.globalresearch.ca no artigo intitulado “A mais séria crise econômica da história moderna”, diz o seguinte:
O abalo financeiro de outubro de 2008 não é o resultado de um fenômeno econômico cíclico. É o resultado de uma política de governo instrumentalizada através do tesouro e da junta da reserva federal dos Estados Unidos. (tradução nossa).
O ex-presidente do FED Alan Greenspan admitiu em depoimento no congresso americano que cometeu erros durante seus anos no cargo. Uma das maiores críticas feitas a Greenspan é que ele manteve as taxas de juros americanas baixas demais por um tempo excessivo, facilitando a oferta de crédito e, assim, alimentando a bolha imobiliária que está na raiz da atual crise.  http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/10/081023_greenspan_errorg.shtml
Pelos pronunciamentos dos líderes do G-20 percebemos um viés em direção ao coletivismo, que é o objetivo final da Nova Ordem Mundial. Poucas pessoas se preocupam com os rumos da política internacional depois da queda do muro de Berlim e a derrocada da União Soviética. Mas o próprio ex-presidente russo Mikhail Gorbatchev em visita aos Estados Unidos para angariar fundos para sua fundação declarou o seguinte:
“Uma alternativa entre comunismo e capitalismo estará sendo oferecida em um futuro próximo”.

E qual seria essa alternativa?
Essa alternativa é o coletivismo, o grande sonho dos globalistas da ONU.  A reunião de cúpula do G-20 estava buscando uma solução para a crise uma vez que na opinião deles o capitalismo já não é um regime confiável, e pelo pudemos ver acima pelas medidas propostas e pelo matiz socialista da quase totalidade dos membros da reunião eles querem uma maior intervenção dos governos e da ONU nos mercados financeiros.
Vejamos essa declaração: “O s poderes do capitalismo financeiro têm outro alvo muito abrangente, nada  menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo…”
Raízes revolucionárias da ONU – http://www.espada.eti.br
Num regime coletivista o Estado é visto como o solucionador de todos os problemas importantes; o que leva a corrupção política, ao totalitarismo, a baixa produtividade e a escassez.  O futuro está chamando… http://www.espada.eti.br.
Isto foi exatamente o que o presidente Lula disse em várias ocasiões, onde pedia mais intervenção estatal nos mercados financeiros e cujas propostas nesse sentido foram bastante elogiadas.  Durante sua visita a Itália, antes da reunião de cúpula, Lula disse o seguinte:

“Precisamos formar um outro (sistema financeiro), imune às aventuras do capitalismo especulativo, mais transparente, com regras e controles mais estritos, em benefício da sustentabilidade do crescimento e do desenvolvimento”.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081110_lula_consenso_fp_cq.shtml
http://www.estadao.com.br/economia/not_eco274822,0.htm

A princípio pode parecer que os bancos sofrerão algum prejuízo com uma maior fiscalização pelos governos e pelo FMI, mas na verdade eles serão os maiores beneficiados. Na definição acima de coletivismo vemos que uma maior participação do Estado leva a mais corrupção, como? O poder do dinheiro é quase irresistível para os políticos, logo a estrutura legislativa do país é bastante vulnerável a um poder corruptor com recursos financeiros ilimitados.
Portanto essas duas crises, a luta contra o terrorismo e a recente crise financeira, estão preparando o terreno para uma maior união e colaboração dos países, quebrando paulatinamente a idéia de soberania dos Estados e criando um clima propício para uma ingerência cada vez maior da ONU nos países, uma vez que todos devem colaborar para o bem comum da humanidade.

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novembro 27, 2008 Posted by | crise financeira, governo mundial, nova ordem internacional | , , , | Deixe um comentário

[Importante] Estrutura organizacional da corporação Illuminati

 

[Importante] Estrutura organizacional da corporação Illuminati

[Imagem: illumicorp-illuminati-nom.jpg?resize=390%2C205]

Conheça a estrutura organizacional da companhia Illuminati

Chegamos ao penúltimo artigo da série sobre a Illumi Corp. Apresentaremos a filosofia gerencial e a estrutura organizacional da complexa corporação controlada pela elite global Illuminati.

Partindo do primeiro item, a Illumi Corp baseia-se no seguinte pressuposto:

“Controlando a cabeça, você controla o corpo”.

A partir desta filosofia gerencial, pode-se compreender que a estratégia administrativa dos Illuminati consiste em projetar um de seus membros para encabeçar determinada instituição.

A partir desse cabeça, controla-se a organização inteira, uma vez que o corpo de qualquer uma delas está doutrinado a seguir as ordens que vêm de cima.

A ONU, por exemplo, é uma organização Illuminati. Nem todos os países membro são seus aliados ou apoiam a Nova Ordem Mundial. No topo das Nações Unidas, entretanto, ditando muitas regras, estão cinco países fixos, que nunca mudam. Destes cinco, três, ou seja, a maioria, são controlados pela elite global: EUA, Inglaterra e China.

No caso do Vaticano, por exemplo, nem todos os membros são diretamente controlados pelos Illuminati ou estão engajados nos planos globais, mas devem respeitar as ordens do Papa. Um único indivíduo, encabeçando a instituição, controla os que estão abaixo, no corpo dela.

Orientados por tal filosofia gerencial, o topo da pirâmide Illumi Corp, onde está a pirâmide Illuminati, o “centro de controle” que veremos a seguir, opera uma malha bastante reduzida de pessoal: controlam apenas os cabeças colocados nas instituições que ocupam posição na porção inferior da grande pirâmide Illumi Corp.

Perceba, pois, que estamos a falar de duas pirâmides: uma dentro da outra. A maior delas representa toda a Illumi Corp e envolve uma grande estrutura global. No topo dessa grande pirâmide global existe uma pirâmide menor, a pirâmide Illuminati, onde se encontra o signo “o olho que tudo vê” representando a elite global, o topo do mundo. É nesta pequena pirâmide onde se encontram as 15 famílias Illuminati.

O maior exemplo público e oficial desta composição é o Grande Selo [The Great Seal], estampado na nota de um dólar americano representando exatamente a estrutura Illumi Corp. Observe na imagem:

[Imagem: the-great-seal.jpg?resize=524%2C401]

A grande pirâmide com o topo destacado, de onde sai uma luz [Illuminati = iluminados] e onde está localizado o olho que tudo vê. Na parte de baixo do selo e em latim, está escrito: Nova Ordem dos Séculos.

Vamos então começar observando a hierarquia da pequena pirâmide, no topo da estrutura. Veja a imagem:

[Imagem: piramide-illuminati.jpg?resize=660%2C370]

No primeiro nível, a base da pirâmide Illuminati, encontram-se os iniciantes, os agentes que fazem o intermédio entre o Gerente Executivo e as instituições que compõem a grande pirâmide Illumi Corp, que veremos mais abaixo.

Quem são os iniciantes? Não se pode saber ao certo, mas apenas supor. Eu, particularmente, acredito em duas possibilidades:

1ª – Membros diretos das famílias Illuminati que iniciam seu aprendizado de gestão sendo colocados na primeira camada e, posteriormente, sendo alçados às camadas superiores;

2ª – Executivos avançados de instituições controladas pelos Illuminati, não necessariamente membros diretos de suas famílias, que são posicionados na base da pirâmide Illuminati, na camada Iniciante.

Na camada Supervisor estão os que monitoram e dão suporte aos iniciantes. Da camada Supervisor para cima, eu, particularmente, acredito que só existam membros diretos das 15 famílias Illuminati.

Obs.: O funcionamento do sistema gerencial dentro da pirâmide Illuminati não se pode saber. Conhecemos, no máximo, a nomenclatura de sua distribuição hierárquica, apresentada acima.

Vamos agora aos níveis organizacionais da parte inferior da grande pirâmide Illumi Corp. Observe a imagem:

[Imagem: piramide-illumicorp.jpg?resize=660%2C370]

Veja que no topo da pirâmide Illumi Corp encontra-se a pequena pirâmide Illuminati [elite global], que acabamos de mostrar, com o olho que tudo vê.

Observe que em baixo da grande pirâmide é mostrada a população sendo esmagada pelo sistema [o gráfico foi extraída do site da Illumi Corp].

Na base da grande pirâmide, em seu primeiro nível, estão as organizações que dão suporte à Nova Ordem Mundial, mostradas neste artigo. Seus colaboradores trabalham, esforçam-se, levantam a bandeira e tentam puxar pessoas para dentro do sistema. Observe os bonequinhos e você identificará essa mensagem.

Logo acima vêm os governos e, em seguida, a força militar. Aqui é fundamental destacar que esses dos níveis se aplicam aos países controlados pelos Illuminati; não são todos. Acredito na possibilidade de haver mais países influenciados pela elite, além dos cinco oficiais, tendo assim seus governos e força militar igualmente conduzidos ou, no mínimo, orientados.

Religiões e fraternidades, na seqüência, são globais. Eles dominam amplamente as instituições católicas e protestantes, além das mais influentes sociedades secretas ocultistas [consulte aqui as instituições controladas].

Por fim, no penúltimo nível da pirâmide Illumi Corp, imediatamente abaixo da pirâmide superior Illuminati, encontram-se as instituições financeiras, que também são amplamente controladas, a partir do FMI. Trata-se, portanto, do principal mecanismo de controle global e por isso declaram, neste documento, que por meio de crises financeiras provocadas eles controlam e subjugam as nações para que se curvem à Nova Ordem Mundial.

Assim, pois, é como está disposta a complexa organização chamada Illumi Corp [Corporação Illuminati] cujo slogan é:

“Nosso mundo, sua herança.”

O resumo de toda essa arquitetura é representado na própria logomarca da Illumi Corp, veja:

[Imagem: logo-illumicorp.jpg?resize=500%2C500]

A grande pirâmide toda segmentada em camadas tendo em seu topo uma pirâmide em destaque, fechada, e com um círculo simbolizando o olho que tudo vê.

Leia mais: http://forum.antinovaordemmundial.com

novembro 27, 2015 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Admirável Mundo Novo: Big Brother e Transhumanismo – 8 Características do Mundo Digitalizado para 2025

Admirável Mundo Novo: Big Brother e Transhumanismo – 8 Características do Mundo Digitalizado para 2025.

junho 9, 2015 Posted by | Uncategorized | | Deixe um comentário

AGENDA – documentário completo – Legendado

AGENDA – documentário completo – Legendado.

junho 9, 2015 Posted by | nova ordem mundial | Deixe um comentário

Vídeo a Agenda

Nova Ordem Mundial – A Agenda

junho 7, 2015 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Neo-paganismo com pele de ambientalista é denunciado na França

Neo-paganismo com pele de ambientalista é denunciado na França

 

Posted: 04 May 2014 01:30 AM PDT

 

Raízes anticristãs do ambientalismo no hippismo anárquico

Analisando a parcialidade de certa mídia contra os cientistas que defendem com seriedade a falta de argumentos e de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”, o site “Nouvelles de France” foi em busca da causa dessa propaganda tão tergiversadora.

De início, ele descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, o site encontrou, no fim dos anos 1960, sua motivação ideológica. Ele se refere aos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Na revista Science (vol. 155, pág. 1203), já em 1967 se encontra a seguinte frase, de autoria do historiador Lynn White Jr.:

“Nós continuaremos padecendo um agravamento da crise ecológica se não recusamos o axioma cristão segundo o qual a única razão de ser da natureza é servir ao homem”.

Para o site francês, essa afirmação condensa o ponto de partida do ecologismo radical hodierno: a proclamação filosófica de que “o homem não tem direito algum sobre a natureza. Pelo contrário, deve se submeter a ela, e, se não o fizer, a deusa Natureza vingar-se-á, por exemplo com o aquecimento global”.

O site cita também Maurice Strong, secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente de 1970 a 1972; secretário-geral da ECO-92 no Rio de Janeiro, em 1992, e até 2005 conselheiro especial de Kofi Annan (então secretário geral da ONU) para questões ambientais:

“É possível que cheguemos a um ponto em que, para salvar o mundo, a solução será o afundamento da civilização industrial”.

Segundo o site, tal pensamento condensa um segundo aspecto da filosofia ambientalista radical: “O ódio da sociedade industrial, que seria culpada de submeter a natureza por meio do trabalho humano”.

O Programa para o Meio Ambiente das Nações Unidas, dirigido também por Maurice Strong e publicado em junho de 1990 com o título “Uma só Terra” (“Only One Earth”), convocava a celebração de um dia de reflexão sobre a atitude dos homens em relação à Terra.

Esse documento, de fato, é um manual de orações que deveriam ser recitadas nesse dia.

Isso já não tem nada que ver com a ciência nem com a política da ONU. O Programa entra decididamente no âmbito religioso, ou – diz o site francês – no neo-paganismo.

Eis o início da primeira prece. As outras são do mesmo teor e concluem com um Aleluia dedicado ao planeta:

“Ato de contrição.

Nós nos esquecemos daquilo que somos.

Nós nos afastamos da evolução do cosmos.

Nós nos separamos dos movimentos da terra.

Nós demos as costas aos ciclos da vida”.

Em 1997, tendo sido atribuído a Christine Stewart, então ministra do Meio Ambiente do Canadá, a apresentação de dados climáticos falsificados, ela respondeu descaradamente:

“Pouco importa que a parte científica seja completamente falsa, há benefícios colaterais para o meio ambiente… A mudança climática nos fornece a melhor chance de trazer justiça e igualdade ao mundo. É um excelente meio para redistribuir as riquezas”.

Eis – conclui o site – a terceira coluna do templo ecologista: a utopia político-social, que acreditávamos varrida da história em 1991 com a queda do comunismo. Ela visa organizar um “decrescimento” com dano para os “ricos”, até que estes fiquem iguais aos “pobres”.

Retrocesso a adoração panteísta dda natureza

Em suma:

— naturalismo filosófico;

— recusa da indústria, do trabalho humano, da civilização e do progresso;

— neopaganismo;

— igualitarismo (marxista?)

“Nouvelles de France” conclui, dizendo que há uma coerência nessas colunas: o “retorno à selva”, tão amado nos círculos neopagãos.

Segundo estes, houve um estilo de vida não cristão numa época abençoada onde não havia nem ricos nem pobres.

Naquela época todo o mundo vivia primariamente, com um mínimo de agricultura e de artesanato.

A humanidade, então, estava convencida de que só havia um grande mestre: a Natureza, venerada na figura de certas árvores ou mananciais.

Assim, avançando seus métodos próprios de investigação, uma publicação oriunda do continente europeu chegou a uma conclusão em muitos pontos análogas à do livro de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã.

Fonte: Verde: A cor nova do comunismo

maio 5, 2014 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Provas de uma Conspiração — Globalistas Falam Abertamente Sobre Seus Planos Mortais

Provas de uma Conspiração — Globalistas Falam Abertamente Sobre Seus Planos Mortais.

Provas de uma Conspiração — Globalistas Falam Abertamente Sobre Seus Planos Mortais

Autor: Jeremy James.

Nota: As conspirações são parte da história humana ao longo dos tempos. Nosso Deus soberano reina sobre tudo, porém permitiu que os líderes da elite conspirassem e depois matassem Seu Filho. Agora, como naquele tempo, Deus pode usar a malignidade humana para nos atrair até Ele e nos mostrar Sua salvação.

“Vós, que amais ao SENHOR, odiai o mal. Ele guarda as almas dos seus santos; ele os livra das mãos dos ímpios.” [Salmos 97:10].

Muitos desprezam aqueles que acreditam em uma conspiração global, considerando-os desequilibrados e tolos. Todavia, a evidência que essa conspiração existe é bem simples de estabelecer. Uma definição de conspiração é: “Um acordo secreto entre duas ou mais pessoas para realizarem um ato ilícito.” Esta definição está correta, mas não serve para descrever a vastidão e abrangência da agenda globalista. Uma vez que você a defina corretamente, ela começa a parecer menos como uma conspiração e mais como um plano de negócios — que é exatamente o que ela é:

“Um acordo secreto entre diversas famílias extremamente ricas da elite para aumentar ainda mais suas riquezas e poder no cenário mundial por meios escusos, com vistas a impor um governo mundial unificado sob o controle delas, e empregar diversas técnicas e programas subversivos em diversos campos — político, financeiro, econômico, militar, industrial, médico, educacional, religioso e de mídia, entre outros — para atingir seus objetivos.”

Essas famílias extremamente ricas e aqueles que as apoiam são conhecidas por vários nomes, como Elite do Poder, Elite Governante, cabala de banqueiros internacionais, os Illuminati, os globalistas e a Nobreza Negra. Podemos também pensar neles como o Clube dos Trilionários.

Essencialmente, a conspiração global é um acordo entre pessoas de mente similar que estão procurando estabelecer um monopólio global sobre aquilo que elas valorizam mais do que qualquer outra coisa — o poder.

Dada a natureza humana e seu pavoroso registro de assassinatos e corrupções, seria realmente surpreendente se um grupo desse tipo não existisse!

A Pergunta Que Deveriámos Fazer

Assim, em vez de perguntar “Existe uma conspiração global?”, deveríamos realmente perguntar “O que essas pessoas fabulosamente ricas e com obsessão pelo poder estão planejando fazer e quais serão as prováveis consequências para o restante da humanidade?”

As seguintes citações publicadas por membros da elite global devem ajudar bastante a dissipar quaisquer dúvidas que você possa ter a respeito dessa conspiração. Elas deveriam também lançar uma luz considerável sobre a mentalidade dos membros da elite, sua metodoliga, seu desprezo pela humanidade e a natureza sofisticada do plano deles para destruir a soberania das nações independentes e criar uma Nova Ordem Internacional.

Eles são tão arrogantes e tão confiantes no sucesso que, de tempos em tempos, alguns deles falam mais francamente e divulgam um pouquinho mais de informações sobre suas intenções.

Os Estados Unidos da América São o Alvo Principal

Aqueles que vivem nos EUA precisam estar especialmente preocupados com a Elite Global, pois o último grande obstáculo para o estabelecimento de um governo mundial são os próprios EUA. Como uma nação independente soberana, e o ator mais visível nas questões internacionais, com uma longa tradição de liberdade e democracia, os globalistas acreditam que não podem permitir que o país continue a existir em sua forma existente. Há muito tempo que a elite global planejou enfraquecer fatalmente o país — um processo que agora está em um estágio muito avançado — e destruir sua soberania. Algum tipo de regime totalitário deverá assumir o controle, provavelmente em decorrência de uma crise nacional fabricada, e abolir a Constituição. A América que existe desde 1776 desaparecerá para sempre.

Considere as evidências você mesmo. Mais de 40% da base industrial dos EUA foi transferida para o exterior, a maior parte dela para o país de regime marxista-leninista conhecido como China. Usando uma diversidade de práticas enganosas no sistema financeiro, sucessivos governos deixaram os EUA sobrecarregados com níveis extraordinários de endividamento — nas famílias, nas empresas, nos governos estaduais e no nível federal, para não mencionar as gigantescas responsabilidades sem financiamento, como a previdência social e os programas de assistência médica para idosos e para população de baixa renda (Medicaid e Medicare) — que não há a menor chance que mesmo uma fração dessa dívida possa ser paga com tributação futura sem destruir a economia. Na verdade, a dívida é tão grande e cresce a um ritmo tão alarmante que a grande nação americana será incapaz até mesmo de manter os pagamentos dos juros para os bancos nacionais e internacionais. O nível de emprego na indústria nos EUA como um todo foi radicalmente reduzido e a maior parte dos empregos que continuam a existir está no setor de serviços, onde os salários são mais baixos e a estabilidade no emprego é menor. A erosão das liberdades civis desde 11 de setembro de 2001 foi tão severa que qualquer cidadão ordeiro pode agora pode ser apanhado na rua e encarcerado indefinidamente pelo governo, com base em acusações vagas relacionadas com a segurança — contra as quais o cidadão não tem absolutamente qualquer defesa.

“Não pode ser; não nos EUA!” você diz. Realmente? As seguintes citações provam o contrário. Não somente isto está a caminho, mas o ritmo da decadência é tão grande, que agora um severo colapso econômico nos próximos dois ou três anos está parecendo cada vez mais provável.

Uma Grande Admissão Pelos Globalistas em 2009

Vamos iniciar com uma surpreendente admissão feita por globalistas em 2009. Ela pode ser encontrada na página oficial na Internet do Conselho das Relações Internacionais (o CFR), que é uma das várias instituições obscuras que secretamente governam os EUA:

“Obrigado por aquele maravilhoso tributo a Henry Kissinger ontem. Parabéns. Como o mais novo Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, recebo minhas ordens diárias do Dr. Kissinger, filtradas pelo general Brent Snowcroft e Sandy Berger, que também está aqui. Temos uma cadeia de comando no Conselho de Segurança Nacional que existe hoje.” [Comentários feitos pelo Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, James L. Jones, na Quadragésima Quinta Conferência de Munique Sobre Política de Segurança, no Hotel Bayerischer, em 8 de fevereiro de 2009.]

Esta é provavelmente a mais pública e mais descarada confirmação feita até aqui pela elite globalista que ela controla o governo dos EUA. James Jones foi indicado por meio do processo democrático aprovado pelo Congresso, mas aqui ele está afirmando categoricamente que recebe ordens diárias de Henry Kissinger via dois outros indivíduos que não foram eleitos: Brent Scowcroft e Sandy Berger. Kissinger é um bem-conhecido porta-voz de David Rockefeller. Muitos o consideram o autor de várias guerras brutais e campanhas genocidas. Ele não recebeu mandato algum do povo americano; todavia, como Jones confirma, ele tem controle direto sobre a segurança nacional dos EUA.

Chanceler Alemão Explica Como uma Elite Global Controla Tudo

Vamos agora nos voltar para Helmut Schmidt, que foi chanceler (primeiro-ministro) alemão durante oito anos (de 1974 a 1982). Em suas memórias, Men and Powers (Random House, 1987), ele escreveu que a política externa norte-americana é decidida por dois grupos: o Sistema de Poder e o Conselho das Relações Internacionais (o CFR).

“Um era um grande número de extraordinários diplomatas e altos funcionários públicos de carreira em altos cargos, o que fornecia continuidade; o outro era um grande reservatório de indivíduos de discernimento ligados à iniciativa privada, que estavam comprometidos com as questões internacionais e que já tinham servido em governos anteriores. Esse reservatório, que anteriormente era chamado de ‘o Sistema de Poder’, tinha seu foro e seu centro no Conselho das Relações Internacionais, em Nova York. Seus membros eram advogados, banqueiros, industriais e acadêmicos. O conselho publicava (e ainda publica) a excelente revista Foreign Affairs…”

“O Conselho das Relações Internacionais tinha sido bem-sucedido em atrair jovens cuidadosamente escolhidos para suas discussões e prepará-los inicialmente para tarefas modestas; no curso de suas carreiras eles frequentemente assumiam missões de alto nível no Departamento de Estado, no Pentágono, na Casa Branca e em outros centros de política internacional — desde acordos comerciais até desarmamento… A elite da política externa, que tinha modos muito silenciosos, porém eficazes de assegurar sua própria sucessão, era assim em grande parte um negócio da Costa Leste.” [págs. 221-222].

O poder do CFR é bem ilustrado pela extraordinária quantidade de cargos de alto nível no governo que foram preenchidos por seus membros: 7 presidentes, 7 vice-presidentes, 17 secretários de Estado, 19 Secretários de Defesa, 17 Secretários do Tesouro e 14 diretores da CIA.

Em seguida, ele passa a descrever duas outras organizações que os céticos frequentemente consideram tigres de papel inventados pelos teóricos da conspiração:

O Grupo Bilderberg

“… recordo-me com satisfação das conferências anuais conhecidas como Bilderberg, que o príncipe Bernhard, da Holanda, organizava e gerenciava, e os encontros anuais do Instituto de Estudos Estratégicos de Londres, sob a liderança de Alistair Buchan. Alguns dos senadores norte-americanos ativos em questões internacionais… sempre participavam dessas conferências que ocorriam em dois ou três dias. As conversas com Dean Acheson, George Kennan e Paul Nitze, que podiam ocorrer durante esses encontros, forneciam um tesouro de informações e esclarecimentos… Não ficávamos surpresos sempre que, alguns anos mais tarde, um ou outros desses homens com quem tivemos boas conversas reapareciam como membros do gabinete, como sub-secretários, ou como chefes de departamentos; nesses casos, podíamos assumir com segurança que as visões do indivíduo eram as mesmas que ele tinha defendido em nossas conversas anteriores.” [págs. 222-223].

Bohemian Grove (O Bosque Boêmio)

“Em julho de 1979, durante uma dessas visitas à Califórnia, George Schultz me convidou para ser seu hóspede no Bosque Boêmio durante o tradicional acampamento anual de verão. Este fim de semana me deu uma das mais surpreendentes experiências que já tive nos Estados Unidos. Mais tarde, fui ao Bosque Boêmio uma segunda vez, e minhas impressões se intensificaram… O que era mais interessante era a camaradagem entre os homens (a presença de mulheres não é permitida) que se reúnem no Bosque Boêmio, que recebeu seu nome a partir do exclusivo Bohemian Club, em San Francisco, onde há uma longa lista de espera para admissão como sócio. O acampamento no bosque não é grande; os cerca de dois mil homens que passam o fim de semana juntos ficam distribuídos em sessenta ou setenta grupos, quase que totalmente escondidos pelas árvores e pela mata, espalhados pelo morro…

“Este fim de semana me permitiu ter uma visão ilustrativa da elite da América. Os políticos que estavam presentes ali, em sua maior parte, eram convidados de membros do clube… Esses encontros reuniam não somente o oeste, sul, leste dos Estados Unidos, mas também os vários grupos políticos dentro da sociedade americana.” [págs. 225-227].

A descrição que ele faz das atividades no Bosque Boêmio tem um clara conotação sexual. O que mais poderia lhe ter dado “uma das mais surpreendentes experiência que já tive nos Estados Unidos?”

Em seguida, ele confirma a existência de uma elite de poder, que não é eleita, mas que “assessora” (isto é, controla) os políticos eleitos:

Políticos Não Eleitos

“… uma classe de políticos intelectuais profissionais, que nunca concorrem às eleições, mas que oferecem seus serviços aos políticos eleitos e aos candidados — e, algumas vezes, até os força a aceitá-los — como assessores especiais especializados e como chefes de gabinete. Eles são suportados por várias instituições, onde trabalham sempre que não estão no serviço do governo.” [pág. 227].

Schmidt continua e menciona algumas dessas instituições: o Instituto Brookings, o Instituto Empresarial Americano, o Fundo Carnegie para a Paz Internacional, o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais da Universidade de Georgetown, o Instituto Hoover, a Fundação Heritage e a Rand Corporation.

Durante sua análise sobre os agentes do poder nos EUA [págs. 221-227], Schmidt cita diversos desses “políticos intelectuais profissionais” não eleitos, incluindo alguns que ainda estão no poder hoje, praticamente quarenta anos depois: David Rockefeller, Henry Kissinger e Zbigniew Brzezinski.

A Incrível Influência Oculta de David Rockefeller

James Jones pode se reportar a Henry Kissinger, mas Kissinger, por sua vez, se reporta a David Rockefeller. Na seguintes citações publicadas, Rockefeller não se esforça para ocultar sua agenda globalista, suas crenças marxistas, ou sua evidente disposição de destruir a soberania dos Estados Unidos:

“Há mais de um século, extremistas ideológicos em ambos os lados do espectro político tentaram se aproveitar de incidentes bastante noticiados… para atacarem a família Rockefeller por causa da influência exagerada que eles afirmam que exercemos sobre as instituições políticas e econômicas norte-americanas. Alguns até acreditam que somos parte de uma cabala secreta, que trabalha contra os melhores interesses dos Estados Unidos, caracterizando minha família e eu como ‘internacionalistas’ e de conspirar com outros no exterior para criar uma estrutura política e econômica global mais integrada — um mundo unificado, por assim dizer. Se esta é a acusação, então sou culpado, e tenho orgulho disso.” [David Rockefeller, Memoirs, Random House, 2002].

“Fica-se imediatamente impressionado pelo senso de harmonia nacional… há uma dedicação muito real e disseminada ao presidente Mao e aos princípios maoístas. Seja lá qual tenha sido o preço da Revolução Chinesa, ela obviamente conseguiu não somente produzir administrações mais eficientes e dedicadas, mas também promover uma moral elevada e uma comunidade de propósito… Os enormes avanços sociais da China beneficiaram grandemente, a partir da unidade da ideologia e propósito… A experiência social na China, sob a liderança do presidente Mao, é uma das mais importantes e bem-sucedidas na história humana.” [David Rockefeller, em um artigo publicado no jornal The New York Times, 10 de agosto de 1973, intitulado From a China Traveller (naquele tempo Rockefeller era presidente do conselho do banco Chase Manhattan)].

“Somos agradecidos ao The Washington Post, ao The New York Times, à revista Time, e às outras excelentes publicações cujos diretores participaram de nossos encontros e respeitaram suas promessas de discrição durante quase quarenta anos. Teria sido impossível para nós desenvolver nosso plano para o mundo se tivéssemos ficado expostos às luzes brilhantes da publicidade durante esses anos. Mas, o trabalho está agora muito mais sofisticado e preparado para marchar rumo ao governo mundial. A soberania supranacional de uma elite intelectual e dos banqueiros internacionais é certamente preferível à autodeterminação nacional praticada nos séculos passados.” [David Rockefeller, em um discurso em um encontro do Grupo Bilderberg, Baden Baden, Alemanha, em 5 de junho de 1991.].

Observe o longo alcance de suas ambições: a imposição do governo mundial e a substituição da “autodeterminação” (democracia) por um grupo de intelectuais de elite; ele até mesmo admite fazer parte de uma cabala secreta para criar isto tudo!

Outra figura proeminente nesta cabala secreta é Zbigniew Brzezinski, que serviu como Conselheiro de Segurança Nacional durante o governo Carter, e como assessor especial sobre política internacional para Barack Obama durante a campanha para a eleição presidencial. Como Rockefeller, ele também acredita nas doutrinas totalitárias do marxismo e na necessidade de eliminar a democracia para a total “mobilização imperial” e a “intimidação militar” — o caminho para o governo mundial — poderem ser lançadas:

“É por isto que o marxismo representa um estágio ainda mais vital e criativo no amadurecimento da visão universal do homem. O marxismo é simultaneamente uma vitória do homem externo e ativo sobre o homem interno e passivo e uma vitória da razão sobre a crença… O marxismo, disseminado no nível popular na forma de comunismo, representou um grande avanço na capacidade do homem de conceitualizar seu relacionamento com seu mundo.” [Zbigbiew Brzezinski, Between Two Ages, Viking Press, 1970, págs. 34 e 37].

“É também um fato que a América é democrática demais em casa para ser autocrática no exterior. Isto limita o uso do poder da América, especialmente sua capacidade de intimidar militarmente. Nunca antes uma democracia populista alcançou supremacia internacional. Mas, a busca de poder não é um objetivo que acende a paixão popular, exceto nas condições de uma súbita ameaça à sensação de bem-estar do público doméstico. A auto-negação econômica (isto é, o gasto com defesa) e o sacrifício humano (baixas, até mesmo entre os soldados profissionais) requeridos no esforço são incompatíveis com os instintos democráticos. A democracia é contrária à mobilização imperial.” [The Grand Chessboard: American Primacy and Its Geostrategic Imperatives, Basic Books, 1998, pág. 35].

Se você está tentado a pensar que os objetivos dos globalistas com essa “cabala secreta” não estão sendo realmente implementados no cenário internacional por suas marionetes na política, então considere as palavras soberbas de Madeleine Albright, enquanto ela ocupava o cargo de Secretária de Estado, em 1997:

“Hoje, não existe um Stalin para dar ordens. Se uma nação estiver agora isolada da comunidade internacional, isto é por que o país é simplesmente fraco demais para cumprir as normas internacionais, ou por que seus líderes escolheram deliberadamente desconsiderar essas normas. Na semana passada na Holanda, o presidente Clinton disse que nenhuma nação democrática na Europa seria deixada de fora da comunidade transatlântica. Hoje, digo que nenhuma nação no mundo precisa ser deixada de fora do sistema global que estamos construindo.” [Madeleine Albright, Secretária de Estado dos EUA, discurso em uma cerimônia de formatura na Universidade de Harvard, Massachusetts, 5 de junho de 1997].

Alguns Indivíduos Corajosos Tentaram Soar o Alarme

Alguns representantes eleitos tentaram advertir acerca dos perigos representados pelos globalistas, porém com pouco sucesso. A não ser que a grande mídia destaque as palavras deles, eles passam em grande parte despercebidos pela vasta maioria da população. Por exemplo, as Nações Unidas e a Comissão Trilateral foram criadas especificamente para promover o objetivo do globalismo e diluir a soberania das nações independentes, porém as advertências feitas por indivíduos da estatura do senador Barry Goldwater — que foi o candidato republicano nas eleições presidenciais de 1964 — receberam pouquíssima atenção do público.

“Chegou a hora de reconhecermos as Nações Unidas como a organização anti-americana e contrária às liberdades que ela se tornou. Chegou a hora de cortarmos todo o auxílio financeiro, de nos desligarmos e solicitar que a ONU estabeleça sua sede fora dos Estados Unidos, em algum lugar mais coerente com a filosofia da maior parte dos membros votantes, algum lugar como Moscou ou Pequim.” [senador Barry Goldwater, Anais do Congresso, 1971].

“A Comissão Trilateral tem o objetivo de ser o veículo para a consolidação multinacional dos interesses comerciais e bancários, tomando o controle do governo político dos EUA. A Comissão Trilateral representa o esforço habilidoso e coordenado para tomar o controle e consolidar os quatro centros de poder: o político, o monetário, o intelectual e o eclesiástico. O que a Comissão Trilateral deseja fazer é criar um poder econômico mundial superior aos governos políticos dos Estados-nações envolvidos. Como gerentes e criadores do sistema, eles governarão o futuro.” [senador Barry Goldwater em seu livro de 1979, With No Apologies].

De tempos em tempos, aparece um político cujas palavras de advertência alcançam a grande mídia, ou que de algum modo consegue causar problemas para os globalistas. Quando isto acontece, esse político frequentemente tem uma morte precoce. Por exemplo, mesmo considerando suas horas de voo acima da média, um número incomum de senadores, congressistas e governadores de estados já morreu em acidentes aéreos. (Pelas minhas contas, mais de trinta no período de 1950 a 2000, comparado com 1 em 20.000 para a população em geral). Um membro notável desse grupo infeliz foi o congressista Larry McDonald, um crítico muito eloquente dos globalistas e de sua preocupante agenda:

“Pelo que sei, ninguém se atreveu a revelar a parte mais vital da história dos Rockefeller: que eles e seus aliados têm, por no mínimo cinquenta anos, seguido cuidadosamente um plano para usar seu poder econômico para obter o controle político primeiro dos EUA, e depois do restante do mundo.”

“Quero dizer que existe uma conspiração? Sim, quero. Estou convencido que existe um plano deste tipo, que é internacional em sua abrangência, planejado há várias gerações e que é incrivelmente perverso em seus intentos. Você encontrará a verdade — frequentemente supreendente, algumas vezes desagradável, mas sempre vital nas páginas que se seguem. Gary Allen fez um trabalho magistral de combinar centenas de fatos dispersos e pistas ocultas do quebra-cabeças de Rockefeller até que um padrão inegável aparece. O quadro que é revelado quando The Rockefeller File é finalmente aberto poderá chocá-lo. Neste livro, você aprenderá por que os Rockefellers seguem as políticas que seguem, quais são seus objetivos, para onde pretendem levar a América… e por que é essencial que sejam impedidos.” [Congressista Lawrence P. McDonald, na Introdução do livro The Rockefeller File, de Gary Allen, 1976].

O congressista McDonald morreu quando a União Soviética inexplicavelmente abateu o avião de passageiros em que ele viajava, em 1 de setembro de 1983.

“Existe uma pergunta real em minha mente que os soviéticos podem na verdade ter matado os 269 passageiros e tripulantes no voo 007 da Korean Air Lines para eliminar Larry McDonald.” [Jerry Falwell, The Washington Post, 2 de setembro de 1983].

Professor da Universidade Georgetown Revela Coisas Demais

Os globalistas fizeram uma surpreendente e talvez acidental revelação de seus programas de longo prazo em 1966, com a publicação de uma volumosa obra acadêmica escrita por um historiador da Universidade de Georgetown, o professor Carroll Quigley. Em seu livro maciço de mais de 1.200 páginas, o professor Quigley revelou pela primeira vez o modo como figuras proeminentes no Sistema de Poder britânico e norte-americanos conspiravam juntos há várias décadas para criar um império global, de poder e abrangência maiores do que qualquer outro na história. Aqui estão alguns excertos reveladores:

“Esse mito, como todas as fábulas, possui de fato certa verdade. Realmente existe, e tem existido há uma geração, uma rede anglófila internacional que opera, em certa medida, da forma como a Direita radical acredita que o comunismo age. De fato, essa rede, que podemos identificar como os Grupos da Távola Redonda, não tem aversão a cooperar com os comunistas, ou qualquer outro grupo, e frequentemente faz isso. Tenho conhecimento da operação dessa rede porque a estudei durante vinte anos, e tive permissão por dois anos, no início dos anos 60, para examinar seus documentos e registros secretos. Não tenho aversão a essa rede ou à maioria de suas metas e, por um longo período da minha vida, estive próximo dela e de muitos de seus instrumentos. Eu me opus, tanto no passado quanto em tempos recentes, a algumas de suas políticas, mas em geral, minha principal divergência de opinião é que ela deseja permanecer desconhecida, e eu acredito que seu papel na história é relevante o bastante para se tornar conhecido.” [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].

“Os poderes do capitalismo financeiro têm outro alvo muito abrangente, nada menos do que criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas, capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo como um todo… O ápice do sistema seria o Banco de Compensações Internacionais, em Basiléia, na Suíça, um banco privado que pertence e é controlado pelos bancos centrais de todo o mundo, que eram, por sua vez, empresas privadas. Cada banco central… buscava dominar seu governo por meio de sua capacidade de controlar os empréstimos do Tesouro, manipular o câmbio, influenciar o nível de atividade econômica no país e influenciar os políticos colaboradores, com subsequentes recompensas econômicas…” [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].

Ele também cita um famoso comentário feito por Walter Rathenau, um ex-ministro alemão das Relações Exteriores:

“… um número relativamente pequeno de banqueiros estavam em posições de imensa influência na vida econômica europeia e americana. Já em 1909, Walter Rathenau, que estava em condições de saber (pois tinha herdado de seu pai o controle da filial alemã da General Electric, e era diretor de diversas outras empresas), disse:

“Trezentos homens, todos os quais se conhecem, dirigem o destino econômico da Europa e escolhem seus sucessores entre eles mesmos.” [Professor Carroll Quigley, Tragedy and Hope: A History of the World in Our Time, Macmillan, Nova York, 1966].

Quigley foi professor do jovem Bill Clinton durante os anos em que o ex-presidente foi aluno na Universidade Georgetown; ele também foi bem cândido sobre as forças que moldaram o passado, mas foi cuidadoso para não revelar informações demais sobre a existência atual e as operações sigilosas da mesma cabala secreta.

Por Que os Globalistas Estão Preparados Para Matar Milhões de Pessoas?

Os globalistas têm um plano excepcionalmente ambicioso, que é impor uma forma centralizada de governo em todo o planeta. Isto é totalmente coerente com a situação política mundial predita no livro do Apocalipse, que descreve o estabelecimento de dez autoridades regionais em todo o mundo e o subsequente aparecimento de um governante mundial com plenos poderes.

Os globalistas produziram as duas Guerras Mundiais para fazerem avançar sua agenda. A Primeira Guerra Mundial fez ruir os antigos impérios da Europa e do Oriente Médio, enquanto que a Segunda Guerra lançou os fundamentos para a União Europeia, a OTAN, a Organização das Nações Unidas, e a consolidação de dois vastos regimes comunistas — a URSS e a China. Para os propósitos desta nossa análise, o ponto fundamental a observar é que, juntas, essas duas guerras devastadoras resultaram nas mortes cruéis e violentas de mais de 75 milhões de pessoas.

Ambas as guerras foram estendidas por tempo suficiente para que tivessem o efeito máximo, com os financistas internacionais — os globalistas — fornecendo o financiamento e os armamentos para ambos os lados. Tudo indica que eles querem iniciar outra Guerra Mundial em algum tempo nos próximos anos de modo a elevar sua agenda global para o próximo patamar.

A vida humana não significa nada para as pessoas que se consideram superiores ao restante da humanidade. Ao longo dos dois últimos séculos, eles desenvolveram uma filosofia “científica” que em seus olhos justifica a eliminação de grandes segmentos da humanidade, os genes inferiores que, a partir de um ponto de vista evolucionário, merecem ser eliminados.

A maior parte desta filosofia foi desenvolvida na Grã-Bretanha e exportada depois para os EUA e para a Alemanha. Ela continuou a se propagar e expandir até que hoje, permeia a mentalidade globalista. Eles estão convencidos que, se deixada por sua própria conta, a população mundial crescerá até ao ponto em que a própria existência da humanidade ficará sob ameaça. As etnias humanas inferiores estão se reproduzindo exponencialmente e precisam ser restringidas. O único modo de fazer isso e evitar a destruição dos recursos limitados do mundo, é por meio do assassinato em larga escala e da esterilização.

Se isto parece profundamente improvável para você, pense novamente. Alguns dos intelectuais mais respeitados na sociedade britânica no século passado foram proponentes dessa visão. Por exemplo, considere os seguintes comentários feitos pelo escritor H. G. Wells:

“E para o restante, aquelas multidões de gente negra, marrom, branca suja e amarela, que não entram nas novas necessidades da eficiência? Bem, o mundo é um mundo, não uma instituição de caridade, e aceito a ideia que eles terão de partir. Em todo o sentido e significado do mundo, conforme eu o vejo, eles terão de partir. Como até aqui eles não conseguiram desenvolver personalidades sãs e distintivas para o grande mundo do futuro, a porção deles é morrer e desaparecer.” [H. G. Wells, Anticipations of the Reaction of Mechanical and Scientific Progress Upon Human Life and Thought, 1902 (pág. 317)].

Observe que esta opinião foi expressa em uma obra de Wells que não é de ficção. O racismo que está por trás dela é realmente assustador — nenhuma figura pública de grande destaque hoje se atreveria a expressar esse tipo de opinião. Mas, cem anos atrás, os globalistas eram mais abertos sobre suas intenções. Hoje, eles são muito mais cuidadosos ao apresentarem sua filosofia.

Entretanto, agora e naquele tempo, ocasionalmente um membro da elite revela um pouco mais do que deveria. Um desses foi Sir Julian Huxley, o primeiro diretor-geral da UNESCO:

“No momento, é provável que o efeito indireto da civilização seja disgênico em vez de eugênico; em qualquer caso, parece provável que o peso morto da estupidez genética, da fraqueza física, da instabilidade mental e da maior vulnerabilidade às doenças, que já existem nas espécies humanas, provarão ser um peso grande demais para que progresso real seja alcançado. Assim, embora seja verdade que qualquer política eugenista radical será por muitos anos política e psicologicamente impossível, é importante que a UNESCO garanta que o problema eugênico seja examinado com o máximo de cuidado, e que a mente do público seja informada das questões em risco para que muito daquilo que agora é inimaginável possa pelo menos se tornar imaginável…” [pág. 21].

“Ainda outro e bem diferente tipo de assunto fronteiriço é o da eugenia. Ele está na fronteira entre o científico e o não-científico, constantemente sob risco de se tornar uma pseudociência baseada em ideias políticas preconcebidas, ou em suposições de superioridade ou inferioridade racial ou das classes sociais. Todavia, é essencial que a eugenia seja trazida totalmente para dentro das fronteiras da ciência, pois como já indicado, no futuro não muito remoto o problema de aprimorar a qualidade geral dos seres humanos provavelmente se tornará urgente, e isso somente poderá ser realizado aplicando-se as descobertas de uma eugenia verdadeiramente científica.” [págs. 37-38; Sir Julian Huxley, UNESCO: Its Purpose and Its Philosophy (1948)

Aqui, temos uma organização globalista — a UNESCO — promovendo a eugenia como uma solução científica para o “peso morto da estupidez genética”. Observe também que Huxley não está falando sobre a melhoria dos padrões de vida da humanidade, mas de “melhorar a qualidade média dos seres humanos”. Em outras palavras, ele quer usar a eugenia como um modo “urgente” de aprimorar a qualidade do banco genético humano.

Além disso, eles pretendem executar esse programa de purificação eugenista com uma total indiferença ao sofrimento de suas vítimas. Eis aqui como Bertrand Russell, há muito tempo reverenciado pela elite intelectual britânica, expressou sua insensível atitude globalista:

“Não pretendo dizer que o controle da natalidade seja o único modo para evitar o crescimento populacional. Existem outros, que, pode-se supor, os oponentes do controle da natalidade prefeririam. A guerra, como comentei momentos atrás, tem até aqui sido desapontadora neste sentido, mas talvez a guerra bacteriológica possa se mostrar mais eficaz. Se uma Peste Negra pudesse ser propagada pelo mundo uma vez a cada geração, os sobreviventes poderiam procriar livremente sem tornar o mundo cheio demais. Não haveria nada aqui que pudesse ofender as consciências dos devotos ou limitar as ambições dos nacionalistas. A situação pode ser de certo modo desagradável, mas e daí? As pessoas de mente elevada são indiferentes à felicidade, especialmente à felicidade dos outros. [Bertrand Russell, The Impact of Science on Society, 1953, págs. 103-104]

Obviamente, homens como Wells, Huxley e Russell precisam ser guiados em seu raciocínio, pelo menos em algum grau, por um modelo conceitual de pureza genética e excelência humana. Caso você ainda não tenha adivinhado, esse “modelo” de perfeição genética humana é o homem inglês de classe alta. Essa percepção permeou o Sistema de Poder britânico no século 19 e se propagou para os correspondentes anglo-saxão e teutônico nos EUA e em outros países europeus ocidentais. Ela estava fundamentada “cientificamente” nas obras de Charles Darwin, que consolidou a duradoura convicção britânica de sua superioridade racial em duas obras clássicas: A Origem das Espécies (1859) e The Descent of Man (1871). Nenhuma das duas obras é remotamente científica pelos padrões atuais, porém ambas tiveram o mérito de atacar o cristianismo, promover o ateísmo e, mais importante de tudo, justificar as ambições imperiais britânicas.

Poucas pessoas hoje leem os textos originais, preferindo se basear nas repetição moderna das declarações das ideias de Darwin. Mas, vale a pena ir aos originais e verificar em primeira mão a profundidade do racismo em que essas ideias se baseiam. O seguinte é apenas uma amostra do racismo presente em The Descent of Man:

“Em algum período no futuro, não muito distante que possa ser medido em séculos, as raças civilizadas do homem quase que certamente exterminarão e substituirão as raças selvagens em todo o mundo. Ao mesmo tempo, os chimpanzés antropomorfos… sem dúvida serão exterminados. A ruptura entre o homem e seus aliados mais próximos será então mais ampla, pois ocorrerá entre o homem em um estado mais civilizado, como podemos esperar, mesmo que o caucasiano, e algum chimpanzé tão inferior quanto um babuíno, em vez de, como agora, entre o negro ou o aborígene australiano e o gorila.” [Charles Darwin, The Descent of Man and Selection in Relation to Sex, Londres, 1874 (pág. 178 da segunda edição; primeira edição publicada em 1871)].

Como a maioria dos intelectuais mais proeminentes do seu tempo, Darwin acreditava que os brancos europeus eventualmente “exterminariam” as “raças selvagens” do mundo. O extermínio dos negros faria o parente mais próximo do homem ser o macaco babuíno.

Se você tem dúvidas sobre a natureza radical do racismo em operação aqui, e do seu potencial genocida, apenas considere o seguinte:

“Se olharmos para o passado, para uma época extremamente remota, antes do homem ter chegado à dignidade humana, ele teria sido guiado mais por instinto e menos pela razão do que são os mais inferiores selvagens do tempo atual.” [pág. 52].

“Com alguns selvagens, porém, o pé não perdeu totalmente sua capacidade de se agarrar, como mostrado pela maneira deles de subir em árvores e de usá-los de outras formas.” [pág. 58].

“Julgando a partir dos hábitos dos selvagens e do grande número de Quadrumana [chimpanzé, macacos, etc.], o homem primitivo e até mesmo seus progenitores semelhantes ao chimpanzé, provavelmente viviam em sociedade.” [pág. 70].

“Com os selvagens, os fracos no corpo ou na mente são logo eliminados e aqueles que sobrevivem comumente exibem uma vigorosa condição física. Por outro lado, nós, homens civilizados, fazemos todo o possível para impedir o processo de eliminação; criamos sanatórios para os doentes mentais, hospitais para os mutilados e para os doentes; instituímos leis para beneficiar os pobres e nossos homens na medicina fazem todos os esforços possíveis para salvar a vida de qualquer um até o último momento. Existe razão para crer que a vacinação preservou milhares, que com sua constituição frágil teriam sucumbido à varíola. Assim, os membros fracos das sociedades civilizadas propagam seus genes. Ninguém que já tenha lidado com a reprodução de animais domésticos duvidará que isto é algo extremamente prejudicial à espécie humana. É surpreendente como rapidamente a necessidade de cuidados, ou cuidados direcionados de forma errônea, levam à degeneração de uma raça doméstica; mas excetuando o caso do próprio homem, dificilmente alguém é tão ignorante ao ponto de permitir que os piores animais se reproduzam.” [pág. 151-152].

“As nações ocidentais da Europa, que agora ultrapassam tão imensuravelmente seus antigos progenitores selvagens e que estão no ápice da civilização…” [pág. 160].

Os sentimentos expressos aqui por Darwin não poderiam ser mais claros. Permitir que essas raças “selvagens” se multipliquem é “altamente prejudicial à espécie humana.” Somente um gerente irresponsável de uma fazenda permitiria que os “piores animais se reproduzissem”. A implicação é clara — “os imensuravelmente superiores anglo-saxões” precisam tomar as medidas necessárias para garantir que esta pavorosa situação não possa continuar.

O livro The Descent of Man está repleto de declarações que retratam os negros e as “raças selvagens” como degenerados, tendo mais em comum com os animais do que com o homem anglo-saxão. Eis aqui como ele descreve uma espécie de macaco:

“Em alguns macacos, a barba está restrita aos machos, como no orangotango; ou é muito maior no macho do que na fêmea, como no Mycetes caraya e no Pithecia satanas. (fig. 68).

“A semelhança do Pithecia satanas com seu pelo negro, globos oculares brancos e o cabelo dividido na cabeça, com um negro em miniatura é quase risível.” [pág. 607 e 690].

Lamento ter incluído este exemplo de propaganda darwiniana de mau gosto, mas ela ilustra perfeitamente a profunda veia do racismo que permeia o ateísmo britânico. Além disso, ela mostra que esse racismo é do tipo mais extremo e poderá levar a resultados injuriosos aos outros grupos étnicos, incluindo os programas de purificação eugenista. Este é exatamente o mesmo tipo de racismo extremo que fundamenta a visão globalista que somente um grupo de elite de intelectuais brancos europeus deve governar o mundo e que as etnias humanas inferiores devem ser exterminadas.

Estas ideias depravadas há muito tempo se estabeleceram nos círculos do Sistema de Poder britânico, e foram ensinadas — normalmente de forma dissimulada — nas principais universidades britânicas, como Oxford, Cambridge e na Escola de Economia de Londres. Elas foram, por sua vez, transmitidas para os centros mais influentes de aprendizado nos EUA, incluindo as Universidades de Harvard, Princeton e Yale, bem como para as principais universidades alemãs, como Heidelberg, Freiburg e Leipzig. O programa de eugenia nazista, que foi financiado e incentivado pelos globalistas, cresceu diretamente a partir desta escola de pensamento.

Os globalistas reconhecem que muitos brancos europeus resistirão à Nova Ordem Internacional e ao seu programa de limpeza étnica. H. G. Wells deixa bem claro que esse tipo de resistência será tratada de forma sumária e os “descontentes” serão eliminados:

“… quando a luta parecer caminhar definitivamente rumo a uma democracia social mundial, ainda poderão haver grandes atrasos e desapontamentos antes que ela se torne um sistema mundial eficiente e beneficente. Um número incontável de pessoas… odiará a nova ordem mundial… e morrerá protestando contra ela. Quando tentarmos avaliar sua promessa, teremos de nos lembrar das angústias de uma geração ou mais de descontentes, muitos dos quais serão pessoas galantes e de aspecto gracioso.” [H. G. Wells, The New World Order (1939)].

A Lista Fajuta dos Homens Mais Ricos do Mundo

Mesmo quando a pessoa reconhece que esta filosofia globalista existe, é legítimo perguntar se as pessoas envolvidas têm os meios e a oportunidade de colocar os planos em ação. Novamente, basta olhar para o padrão definido no século 20 e perguntar por que tantos resultados indesejáveis, cada um dos quais foi produzido por um pequeno grupo de pessoas influentes, simplesmente aconteceram para fazer avançar a agenda globalista: guerras extremamente custosas e destrutivas financiadas pelas mesmas fontes; a criação progressiva de organismos internacionais para diluir o poder das nações soberanas; a propagação desmedida de doutrinas ateístas na ciência, na filosofia e na religião; a expansão maciça do comunismo; o uso das moedas fiduciárias para empobrecer as classes médias nas economias desenvolvidas; o tremendo aumento no poder das grandes empresas multinacionais privadas; o alto nível de vigilância nas sociedades supostamente livres; o desenvolvimento de uma preocupante variedade de armamentos biológicos, químicos, nucleares e de engenharia genética para intimidar e destruir; e o altamente sofisticado uso da mídia popular para propósitos de propaganda.

Está certo, você pode argumentar, mas tudo isto requer dinheiro, uma quantidade extraordinária de dinheiro. Que evidências existem que uma pequena elite realmente tem os recursos financeiros para executar um plano tão detalhado assim? De acordo com as listas dos homens mais ricos do mundo, publicadas pela revista Forbes e por outros periódicos, os indivíduos mais ricos no mundo têm no máximo 50 bilhões de dólares: homens como Bill Gates, Warren Buffett, Larry Ellison, Carlos Helu, Laksahmi Mittal, etc. Mas, essas listas são uma fraude total. Elas omitem os extremamente ricos, o pequeno grupo de famílias da Europa e dos EUA, cujas riquezas são simplesmente prodigiosas.

Os super-ricos em 1900 não perderam suas riquezas ao longo do século 20. Talvez alguns tenham ficado estagnados ao longo do tempo, mas a maioria prosperou em um nível extraordinário. Em sua biografia oficial da família Rothschild, Frederic Morton reconheceu que a riqueza total deles era de mais de 6 bilhões de dólares em 1850 (The Rothschilds: Portrait of a Dynasty, 1962). Considerando-se que essa foi uma biografia autorizada de uma família sigilosa e que seus membros não têm o desejo de exagerar sua riqueza, esse valor provavelmente é conservador. Se aumentarmos essa riqueza a uma taxa real anual de 5% ou 6%, o que provavelmente é pouco, dada a influência dessa família sobre os mercados — então a riqueza dela hoje está bem acima de 30 trilhões de dólares, ou duas vezes o Produto Interno Bruto anual dos EUA.

Todavia, quantos membros da família Rothschild aparecem na lista dos homens mais ricos da revista Forbes, ou em qualquer outra lista desse tipo? Onde estão os Rockefellers, os Mellons, os Astors, os Vanderbelts, os Carnegies, os Cecils, os Cargills, os Bronfmans, os Du Ponts, os Harrimans, os Phipps, os Gettys, os Guggenheims, os Dawes, os Biddles, e dezenas de outros nos EUA, Grã-Bretanha, França, Suíça, Itália, e assim por diante? E qual é a verdadeira riqueza das antigas famílias reais da Europa, que têm participação acionária em grandes empresas, propriedades rurais e imóveis certamente na casa dos trilhões de dólares?

Considere estes fatos com muito cuidado, pois eles revelam muito sobre o verdadeiro centro de poder no mundo atual. Se assumirmos que as próximas dez famílias na lista dos verdadeiros ricos (não a listas publicadas pelas revistas Forbes e Fortune) têm sido tão bem sucedidos quanto os Rothschilds na expansão de suas riquezas ao longo dos últimos cem anos, então podemos seguramente acrescentar mais 30 trilhões de dólares à riqueza total sob o controle da elite governante do mundo.

As listas publicadas das pessoas mais ricas do mundo têm o objetivo de esconder as identidades dos verdadeiros ricos, a elite toda-poderosa. Afinal, se você tivesse riqueza dessa magnitude, não gostaria de permitir que o mundo soubesse sobre isto. Bill Gates é um menino engraxate em comparação com a família Rothschild. A verdade é que um grupo de elite formado por famílias extremamente ricas governa as nações do mundo. A influência política dessas famílias opera com impunidade em escala global e está orientada para um objetivo específico: a criação de um governo mundial controlado em nome delas por um grupo de homens de fachada e marionetes cuidadosamente selecionados.

Este objetivo não pode ser alcançado sem a reconfiguração em larga escala dos Estados Unidos, o que por sua vez requer a subjugação desse país por forças políticas e econômicas que estão além do controle da nação. Nos últimos cem anos, o laço em volta do pescoço tem sido apertado, particularmente desde a criação, em 1913, do Sistema da Reserva Federal, um banco central privado que possui o monopólio de emitir dólares americanos.

As Ordens Executivas Presidenciais

O presidente dos Estados Unidos da América é uma figura fundamental na agenda globalista. Os poderes do presidente norte-americano — que não é nada mais que um peão nas mãos da elite governante — têm sido continuamente aumentados, porém sem receberem destaque na grande mídia, até o ponto em que, em uma situação de emergência nacional, ele pode governar com autoridade ditatorial absoluta.

Considere as evidências. Sob a autoridade de diversas Ordens Executivas que foram assinadas e transformadas em lei durante os últimos sessenta anos, sem qualquer interferência do Congresso, sucessivos presidentes autorizaram a transferência de poderes extraordinários para seus gabinetes durante uma situação de emergência nacional. A maioria dos cidadãos estadunidenses desconhece esses poderes, ou o alcance deles. Eles também não sabem que é o próprio presidente quem decide se uma situação de emergência nacional deve ou não ser declarada. Portanto, com uma simples canetada, o Congresso pode ser suspenso e poderes executivos extraordinários podem ser assumidos pelo presidente.

Um comitê do Senado em 1973 tentou fazer uma auditoria e despertar uma conscientização na população a respeito do alcance desses poderes. O prefácio do relatório do comitê foi publicado em 19 de novembro de 1973. Os presidentes conjuntos do comitê tomaram o passo incomum de emitir uma declaração em 30 de setembro de 1973, antecipando os pontos ominosos apresentados no prefácio:

“O presidente tem o poder de confiscar a propriedade privada, organizar e controlar os meios de produção, confiscar a produção de alimentos e dos recursos minerais, enviar forças militares ao exterior, convocar forças de reserva de até 2,5 milhões de homens para serviço, instituir a lei marcial, confiscar e controlar todos os meios de transporte, regulamentar todas as empresas privadas, restringir as viagens e, em uma infinidade de modos, controlar as vidas de todos os cidadãos do país… A maioria dessas leis permanece uma fonte potencial de poder virtualmente ilimitado para o presidente, se ele decidir ativá-las. É possível que algum presidente no futuro possa exercer esta vasta autoridade em uma tentativa de colocar os EUA sob um governo autoritário.”

“Embora o perigo de uma ditadura surgir por meio de meios juridicamente legais possa parecer remota para nós hoje, a história recente registra que Adolf Hitler tomou o controle por meio do uso de dispositivos que previam poderes emergenciais, contidos nas leis da República de Weimar.” [Declaração Conjunta, senadores Frank Church (D-ID) e Charles McC Mathias (R-MD), 30 de setembro de 1973].

As várias Ordens Executivas que existiam naquele tempo claramente conferiam poderes extraordinários ao presidente e lhe permitiam, se assim desejasse, operar uma ditadura, exatamente como os senadores Church e Mathias advertiram. Muitas outras Ordens Executivas foram assinadas desde então, que aumentaram grandemente os poderes que o presidente pode exercer durante uma situação de emergência nacional. Lembre-se que isto não inclui os poderes excepcionais que já foram conferidos ao presidente em uma longa lista de leis, incluindo dispositivos subsidiários contidos em outras legislações aparentemente inócuas.

Por exemplo, o presidente Obama assinou a Ordem Executiva 13524, em 16 de dezembro de 2009, com relação aos privilégios e imunidades da Interpol no território norte-americano. A Interpol é uma organização policial internacional privada com um passado muito questionável. Ex-presidentes da Interpol incluíram o general da SS Otto Steinhausl; Reinhard Heydrich, um alto oficial nazista responsável pelo Holocausto; o general da SS Arthur Nebe (sob cujo comando pelo menos 46.000 pessoas foram assassinadas); e o general da SS Ernest Kaltenbrunner, que foi condenado à morte pelo Tribunal de Nuremberg.

A definição da Interpol publicada pelo Departamento de Justiça dos EUA em 1988 deve disparar um alarme em todos os Estados norte-americanos:

“A Interpol realiza atividades intergovernamentais, mas não está baseada em um tratado internacional, convenção, ou documentos juridicamente legais similares. Ela foi fundada com base em uma constituição redigida por um grupo de oficiais de polícia que não a apresentaram para assinaturas diplomáticas, e também nunca a apresentaram para ratificação pelos governos.” [Citado na pág. 185 do livro The Tavistock Institute of Human Relations, de John Coleman, 2006].

As alterações feitas pelo presidente Obama em dezembro de 2009 estenderam à Interpol os mesmos privilégios e imunidades previstas a Lei de Imunidades para as Organizações Internacionais, de 1945, que se aplica às organizações aprovadas pelos EUA, por meio de tratados internacionais ou por voto do Congresso. As restrições que existiam, aplicadas à Interpol por uma Ordem Executiva anterior (número 12425), assinada pelo presidente Reagan em 16 de junho de 1983, foram completamente removidas por Obama. Esta é uma concessão absolutamente chocante, pois permite que uma organização policial privada e internacional opere no território estadunidense sem virtualmente qualquer supervisão federal e sem restrições de qualquer tipo, exceto onde o presidente decida revogar seu status especial. O Congresso e o povo norte-americano não tiveram nada a dizer nesta questão. Em resumo, a Interpol usufrui das mesmas imunidades de todas as formas de processo judicial que os governos estrangeiros. A grande diferença, é claro, é que os governos estrangeiros não estão autorizados a realizarem operações de coleta dissimulada de dados de Inteligência dentro do território americano, porém a Interpol está.

O fato de não existir uma declaração consolidada dos extensos poderes que o presidente poderá exercer durante uma situação de emergência nacional deveria ser um assunto de grande preocupação, tanto para os cidadãos estadunidenses, quanto para o mundo como um todo.

Conclusão

Há evidência mais do que suficiente neste material para convencer a maioria dos céticos que um esforço internacional coordenado está sendo feito para enfraquecer fatalmente os Estados Unidos e implementar um governo mundial centralizado. Além disso, a evidência sugere fortemente que esse plano está bastante avançado e que a elite governante não sente dor na consciência se precisar matar dezenas de milhões de pessoas em uma Terceira Guerra, se isso servir para agilizar a criação de sua utopia totalitária.

Ao encerrar, permita-me novamente lembrá-lo que os verdadeiros controladores da política em Washington não foram colocados ali por meio do processo eleitoral:

“Obrigado por aquele maravilhoso tributo a Henry Kissinger ontem. Parabéns. Como o mais novo Conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, recebo minhas ordens diárias do Dr. Kissinger, filtradas pelo general Brent Snowcroft e Sandy Berger, que também está aqui. Temos uma cadeia de comando no Conselho de Segurança Nacional que existe hoje.” [Comentários feitos pelo Conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, James L. Jones, na Quadragésima Quinta Conferência de Munique Sobre Política de Segurança, no Hotel Bayerischer, em 8 de fevereiro de 2009.]


Autor: Jeremy Jones, artigo em http://www.zephaniah.eu
A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/provas.asp

janeiro 29, 2014 Posted by | Uncategorized | Deixe um comentário

Mídia Sem Máscara – Ser cristão em um Novo Mundo

Minha percepção é que os cristãos adentrarão em um período difícil de sua história. Um tempo de oposições ferrenhas se apresenta.


As sementes plantadas há mais de 100 anos começam a dar seus frutos. O projeto de superação do cristianismo e da cultura promovida e sustentada por ele, após décadas de paciente labor para modificar o senso comum da sociedade, vai colhendo seus resultados, e cada vez mais abundantes.

A mudança na sociedade é sensível. Temas que sequer eram abordados estão na pauta diária da mídia, princípios inegociáveis estão sendo abandonados rapidamente, o que era certo, agora é duvidoso e o respeitável está se tornando, para a mente coletiva, maléfico.

Minha percepção é que os cristãos adentrarão um período difícil de sua história. Um tempo de oposições ferrenhas se apresenta. Nele, os fracos sucumbirão e, se não abandonarem a fé, como forma de acomodarem-se diante das exigências dessa nova sociedade, transformarão a religião em mera atividade exterior, sem princípios imutáveis, nem certezas definitivas. Mas, pelo menos aqui no Ocidente, essa oposição ainda não se dará por meio da coação física. Quando esta ocorre, pelo menos as intenções ficam claras e os posicionamentos também. O que já está acontecendo por aqui é, na verdade, uma perseguição sutil, quase velada, às bases que sustentaram a fé cristã até os dias de hoje. Para isso, há muito tempo o imaginário das pessoas vem sendo modificado, a fim de que elas enxerguem as manifestações cristãs como símbolo de algo prejudicial à evolução da sociedade. Dessa maneira, o cristão que defende valores imutáveis, que não negocia seus princípios, que crê em uma verdade absoluta e não aceita imposições que sabe imorais, está, cada vez mais, sendo visto como um radical, uma figura retrógrada e inconveniente. A mente das pessoas está sendo reprogramada para esquecer os ensinamentos religiosos que fundamentaram a civilização por dois mil anos e não apenas aceitar, mas desejar as libertinagens e dubiedades deste novo mundo que se impõe.

Para chegar a isso, foram necessárias décadas de implantação de técnicas de manipulação coletiva, que vêm sendo colocadas em prática por meio da mídia, das artes e dos governos. São técnicas desenvolvidas em laboratórios, aprimoradas insistentemente, que permitem que massas de indivíduos sejam conduzidas a fazer e pensar exatamente como os manipuladores desejam. E apesar de boa parte das pessoas não acreditar nisso (o que faz parte da manipulação praticada), quem estuda um pouco sobre o assunto sabe que as técnicas estão avançadíssimas e os instrumentos disponíveis. E elas vêm sendo aplicadas em larga escala, lançando mão dos instrumentos modernos que permitem que uma multidão seja atingida quase ininterruptamente.

E nem mesmo os cristãos estão livres da influência oculta desses manipuladores. Pelo contrário, inseridos que estão na sociedade, vivendo e compartilhando seus bens, estão cotidianamente expostos às ideias e os pensamentos que são lançados e que visam tornar o cristianismo superado. Assim, acabam, ainda que sem perceber, absorvendo muito da visão moderna da vida, repetindo, além do palavreado, as formas de pensar dessa sociedade metodicamente transformada. De fato, não é difícil encontrar pessoas que, ainda que aparentemente religiosas, defendam e até propaguem bandeiras anticristãs como se estas fossem modelos maiores de piedade. Por sofrerem, direta ou indiretamente, influência dessa manipulação coletiva que vem sendo aplicada há anos, sem perceber agem e pensam, muitas vezes, contrariamente aos princípios cristãos que sustentaram a sociedade até aqui. Assim, se deparar com padres comunistas, pastores gays e religiosos abortistas, por exemplo, se torna algo cada vez mais comum. E, na maior parte, estas aberrações se apresentam como se representassem atitudes cristianíssimas. O que é isso senão uma alteração extrema da forma de pensar possivelmente alcançada apenas por meio de um processo artificial?

Diante disso, aos cristãos que pretendem manter-se fiéis aos fundamentos de sua fé não basta lutar contra toda a parafernália ideológica existente. Pelo contrário, travar uma luta frontal contra um ataque invisível não me parece uma estratégia inteligente. Se fizer isso, apenas exporá suas fraquezas, que serão mais ainda exploradas até que sucumba definitivamente. É como querer lutar com demônios. E, neste caso, as Escrituras aconselham a resistir, até que eles desistam. Como anjos caídos, os senhores deste mundo têm aplicado métodos sutis de transformação do imaginário coletivo. As técnicas são tão imperceptíveis, que mesmo um conhecedor das verdades fundamentais, quando exposto a elas, talvez não perceba que estão sendo aplicadas. As manipulações são feitas, muitas vezes, por meios subliminares, outras provocando dissonâncias, outras estimulando contraditoriamente e, por vezes, até por hipnoses através de transes leves. Tudo imperceptível para o observador não treinado.

Portanto, para quem tem a firme decisão de ser o minimamente possível influenciado pelos manipuladores modernos, há apenas duas atitudes complementares: a primeira é o aprofundamento no conhecimento e compreensão da própria fé e dos princípios que a fundamentam, acompanhado de uma intensificação das atividades espirituais próprias dela. Por incrível que pareça, o que demonstra que o que está por aí é realmente obra demoníaca, as técnicas de manipulação não são eficazes até o ponto de fazer a pessoa negar a própria fé ou tirar a própria vida (o que me faz lembrar da permissão que Deus deu ao diabo para tentar Jó, porém sem poder levá-lo à morte). A segunda atitude é negar o máximo possível as manifestações culturais e midiáticas oferecidas. Se não é aconselhável simplesmente fugir, desligando-se do mundo, o cristão pode substituir o que é apresentado pelas agências de informações por notícias e matérias colhidas por jornalistas independentes de verdade. Quanto ao show business, o melhor é absorver alta cultura, boa música, literatura de bom nível e livros de pensadores realmente superiores. Tudo isso para que, de alguma maneira, pelo menos na vida daqueles que praticarem isso, os efeitos da manipulação sejam minimizados.

Fabio Blanco é advogado e teólogo.

 

janeiro 5, 2014 Posted by | Uncategorized | , , | Deixe um comentário

Alana: cuidado, esta ONG quer cuidar dos seus filhos

Alana: cuidado, esta ONG quer cuidar dos seus filhos.


Volto a chamar a atenção de todos para as atividades do Instituto Alana, uma ONG marxista adepta da Nova Ordem Mundial, que sob pretexto de querer proteger a infância, promove a doutrinação ideológica socialista, milita ativamente em favor da censura – principalmente da propaganda publicitária – e luta para destruir os valores da civilização livre ocidental e substituir-se ao controle dos pais.

O lugar do Instituto Itaú com a sua ONG ALANA é em lugares como Cuba e Venezuela.
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Já escrevi vários artigos sobre esta entidade, e afirmo: se você, leitor, tem conta no banco Itaú, a sua forma de combater esta instituição que se aproveita da sociedade livre para destruí-la é retirar sua conta e migrar para outro banco.

Desta feita, o Instituto Alana vem com a campanha “Prioridade Absoluta”, que segundo declara, visa informar os cidadãos sobre a desinformação da população sobre os direitos das crianças., especialmente com relação ao Art. 227 da Constituição, que diz:


Artigo 227: “É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, COM ABSOLUTA PRIORIDADE, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.

Mas atenção, que a militância ongueira a serviço da governança mundial socialista não descuida de emprestar à sua imagem grande zelo com extremoso profissionalismo com vistas a angariar a simpatia da opinião pública no afã de conduzi-la a seus propósitos coletivizantes.

Em várias cidades, o Instituto Alana tem promovido a Feira da Troca de Brinquedos, que incentiva as crianças a trocar seus brinquedos umas com as outras. O Instituto Alana propõe-se a defender a infância e as crianças, e a ideia de trocar brinquedos até que pode ser bastante instrutiva e divertida.

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Por trás das lúdicas oficinas e dos mais ternos discursos em prol de uma infância mais rica em amor e respeito, há uma diligente organização que move recursos a fundo perdido em ativismo judicial e lobbyes políticos com o objetivo de censurar a propaganda comercial, controlar a mídia e substituir-se aos pais no mister de educar seus filhos.

Em 03 de maio de 2012, o Instituto Alana divulgou uma tendenciosa e maliciosa notícia sobre alegadas “diretrizes” elaboradas pela OPAS – Organização Pan-Americana de Saúde, durante o World Nutrition 2012,no sentido de defender a regulação de promoção e publicidade de alimentos com alto teor de açúcar, gorduras e sódio voltadas para o público infantil, que foi propriamente contestada pelo Conar, em 11 de maio de 2012, nos seguintes termos:

Em relação à nota “Idec a Alana cobram governo sobre regulação da publicidade infantil”, publicada ontem pelo propmark online, cabe importante esclarecimento. Ao contrário do que as duas entidades têm divulgado, o que a Opas anunciou não pode ser chamado de ‘diretrizes’, tampouco de ‘recomendação’ com a chancela da entidade. Como deixa claro o próprio documento, disponível no site http://www.paho.org, o que se divulgou é apenas ‘a opinião dos membros da Consulta de Especialistas na qualidade de pessoas físicas, não necessariamente refletindo a opinião da Opas, de suas instituições associadas ou países de origem”.

Gilberto C. Leifert
Presidente do Conar

Aprendam: quando vocês se depararem com qualquer texto que faz o pieguíssimo uso de um verbo no infinitivo com função de substantivo, é porque nesse mato tem coelho! Pois, ora se meu faro anticomunista me falha! Em um cartaz de uma feira de brinquedos realizada em São Paulo, no Parque do Ibirapuera, em 2012, estava escrito: “porque brincar é fundamental, mas a infância não é mercadoria.”

Quem é que em sã consciência há de alegar que uma criança é uma “mercadoria” por viver em uma sociedade em que os cidadãos desfrutam do sistema de livre empreendedorismo? Percebam como os comunistas facilmente tramam intrigas! O problema, meus amigos, é que por mais estapafúrdias que sejam, derrubáveis mesmo por um mero sopro de bom senso, há muita gente de cabeça vazia que se deixa levar.

Além disso, o Instituto Alana já tratou de protestar a rede de lanchonetes McDonald’s por sua campanha publicitária que consistia e fazer apresentações do palhaço Ronald McDonald’s em escolas públicas e privadas. Em 07 de outubro de 2009, escrevi o artigo Homocracia na Floresta, no qual denunciei uma campanha de homossexuais em Boa Vista – AC, com a participação de Preta Gil, que consistia em travestis de reputação altamente duvidosa e espalhafatosamente trajados a adentrar em escolas públicas para pregarem a ideologia gaysista. Não sei se o Instituto Alana tem conhecimento de ações deste tipo, que se multiplicam pelo país, porém desconfio que isto não mereça ser alvo de seu militantismo.

Há pessoas que imaginam – julgando com o próprio ego – terem sido suas próprias infâncias mais ricas que as desta geração, e associam sua pretensa superior felicidade ao fato de não terem tido o acesso que a garotada de hoje aos modernos brinquedos.

Graças a Deus, (ainda) vivemos em um país com algum resquício de produção econômica por mãos privadas. O mercado não é um jogo de soma-zero. O mercado é a soma das interações voluntárias e mutuamente benéficas entre as pessoas! Ninguém faz negócio acreditando estar levando prejuízo. Quem compra um lápis que seja, julga que o objeto adquirido vale mais que o dinheiro abdicado.

Graças a Deus, vivemos em uma sociedade de livre mercado (ou quase!). O mercado é como um grande mutirão, no qual as pessoas vão ajustando suas ações, preferências e trocas conforme vão percebendo o quanto melhor todos vão ficando! Se vivêssemos em uma sociedade em que as pessoas não pudessem ajudar umas às outras trocando as coisas que menos precisam pelas que mais precisam com outras pessoas de desejos recíprocos, então estaríamos vivendo em uma sociedade escravocrata, pois nada diferente é que em um lugar em que alguém somente tenha que dar sem receber nada em troca.

Querem ver um outro indício da aura vermelha que resplandece sobre as cabeças desta instituição? Leiam este trecho da palestra de Christopher Clouder – Presidente do Fellowship das escolas Waldorf para o Reino Unido e Irlanda e o CEO do Conselho Europeu para a Educação Waldorf em Bruxelas, co-fundador e diretor internacional da Alliance for Childhood:

É difícil vir ao Brasil e não citar Paulo Freire, cujo discernimento a respeito da educação era incrível. Há trinta anos ele definiu o que hoje é a Aliança, antes mesmo de sua criação: ”a busca pela humanidade completa, no entanto, não pode ser feita através do isolamento ou individualismo, mas somente por meio de companheirismo e de solidariedade”.

A Alana tem nomes de peso em sua direção. Quem exerce a sua presidência é a Sra. Ana Lúcia de Matos Barreto Villela, que também é ninguém menos que uma das maiores acionistas do grupo Itaú-Unibanco e uma das duas mulheres entre os dez brasileiros mais ricos.

Duvido muito que a Sra Ana Lúcia tenha tido uma infância austera no que diga respeito a brinquedos, ou ainda, que seus filhos, se os têm, sejam privados do acesso ao que de melhor há – não no chinfrim e deprimido mercado brasileiro – mas no americano! E quem ousa apostar que um dia ela há de renunciar à sua condição de bilionária banqueira, logo a atividade reputada entre o público como a mais voraz representante do capitalismo?

Respondam a si mesmos: quem tem mais acesso aos mais modernos e variados brinquedos e ao gozo de uma infância saudável, no seguro regaço da família? As crianças norte-americanas ou as cubanas? As europeias ou as norte-vietnamitas?

A vida e a obra da Sra Ana Lúcia de Matos Barreto Villela representam um fenômeno dos tempos modernos que foi mui propriamente reconhecido pelo genial filósofo e economista Ludwig von Mises, quando se refere aos “primos”, em contraposição aos membros da corporação familiar que realmente tocam ao barco, a quem ele genericamente denomina “patrões”. Em sua obra A mentalidade anticapitalista, ele assim discorre nas seguintes passagens:

Muitos “primos” se consideram prejudicados pelos acertos que regulam sua relação financeira com os patrões e com a empresa da família. Mesmo que esses acertos tenham sido feitos por decisão do pai ou do avô, ou através de um acordo firmado por eles mesmos, acham que estão recebendo muito pouco e que os patrões recebem demais. pouco familiarizados com a natureza da empresa e do mercado, estão convencidos — como Marx — de que o capital automaticamente “gera lucros”, não veem motivo para que os membros da família encarregados da condução dos negócios ganhem mais do que eles. totalmente incapazes de apreciar corretamente a significação dos balancetes e dos extratos de lucros e perdas, veem em cada atitude dos patrões uma sinistra tentativa de enganá-los e despojá-los do patrimônio herdado. Brigam constantemente com eles. (P. 29)

A briga familiar entre patrões e “primos” diz respeito apenas aos membros do clã. Mas assume maior importância quando os “primos”, para irritar os patrões, juntam-se aos anticapitalistas e financiam todo tipo de aventuras “progressistas”. Os “primos” dispõem-se a apoiar greves até mesmo nas fábricas de onde provêm seus próprios rendimentos.4  É sabido que a maior parte das revistas “progressistas” e dos jornais “progressistas” depende totalmente dos subsídios que eles fornecem. esses “primos” sustentam universidades progressistas, colégios e institutos destinados à “pesquisa social” e patrocinam todo tipo de atividades do partido comunista. na condição de “parlatórios socialistas” e de “tribunas bolchevistas”, desempenham papel importante no “exército proletário” em luta contra o “funesto sistema do capitalismo”. (P.30)


Tenham, por favor, a devida compreensão de que não estou a comparar a vida pessoal da Sra Ana Lúcia aos estereótipos comportamentais citados por von Mises, que podem muito bem parecer impróprios, no tanto em que esta senhora tenha até uma vida bastante intensa de afazeres. Não obstante, tomemos em consideração que os fatos ao que o ilustre austríaco vivenciou reportam-se a quase um século atrás, ou a duas ou três gerações antecessoras, isto é, no tempo em que os “primos” ainda não haviam tomado o poder das empresas, hoje consolidado nas mãos de seus descendentes já criados naturalmente segundo os valores social-marxistas.

Meus caros leitores: Como vocês vêm, os bancos estão completamente mancomunados com o projeto de poder socialista globalizado, e não tem sido por outra razão que têm apoiado com vetustos recursos as campanhas eleitorais do PT, principalmente de Lula e de Dilma Rousseff.

Tudo o que temos às mãos, são, pois, nossa disposição em não ceder a educação dos nossos filhos a estes mal-intencionados.

Certa vez publiquei em meu blog um vídeo de pouco mais de três minutos no qual uma simples mãe defende o seu direito de educar sua prole, com base na mera explicação aos seus pequenos que eles irão receber o que ela puder dar, nas medidas de suas possibilidades, como confeiteira.

Peço veementemente aos que ainda não o assistiram, que o apreciem, e que enxerguem na simplicidade daquela mãe a mais alta sabedoria e o mais legítimo amor que um ser humano pode consagrar a outro. Não há “educadores”, “pedagogos” e “especialistas” do diabo-a-quatro – jamais(!) que substituam sua função delegada por Deus! Pelo contrário, estes, via de regra, não passam de engenheiros sociais, militantes de causas espúrias, que pretendem fazer de nossas crianças as suas cobaias! Repudiemo-los veementemente, sempre que pudermos! Esclareçam os pais dos amigos e amigas dos seus filhos e unam-se a eles! E tenham a certeza: nós vamos vencer!

 

http://libertatum.blogspot.com.br

 

novembro 15, 2013 Posted by | governo mundial, nova ordem internacional, nova ordem mundial | | Deixe um comentário

Admirável Mundo Novo

Admirável Mundo Novo.

Para ”O NOVO GOVERNO MUNDIAL”: Pirâmide da “Paz e Reconciliação” Astana – Cazaquistão Seria a cidade do ANTICRISTO?


Fonte: Correio de Deus

[Imagem: Piramide_Paz_01.jpg]

A elite percorrem nos bastidores da economia, finanças, religiões, exércitos e estados está comandando o planeta e está colocando as diretrizes finais de execução para o seu projeto chamado totalitário NWO (Nova Ordem Mundial), que visa ainda escravizar mais, se possível, aos seres humanos.
Lembre-se de que este projeto se propõe a implementar uma estrutura de pirâmide tirânico claramente marcado:

Um governo único no mundo, com um único líder político global.
Um único banco central global para gerenciar as finanças e dinheiro.
Assim, uma única moeda mundial.
Um único exército mundo.

E finalmente, é isso que vamos nos concentrar, em seguida, uma única religião mundial.
Mas antes de ir, vamos fazer uma breve pausa para contextualizar o momento que estamos vivendo e lembrando as recentes declarações do Porta-voz Oficial do Pontifício do Vaticano Cardeal Peter Turkson , que relatou a partir da Rádio Vaticano , a seguinte proposta para a criação de uma autoridade política mundial única e apenas do Banco Mundial Central :
http://www.europapress.es/economia/notic…ne-crear-a
Este edifício, chamado de ” Pirâmide da Paz “ou” Palácio da Paz e Reconciliação”, foi projetado pelo renomado arquiteto Sir Norman Foster, e está localizado na moderna cidade de Astana , capital do Cazaquistão, localizado no meio de um extenso clima adverso semi-deserto que deriva -52 ° no inverno a 42 ° no verão.
Seu uso será dedicado à renúncia à violência e a reunificação de todas as religiões, dando prioridade para os quatro mais prevalentes, como o cristianismo (católicos, protestantes, ortodoxos, anglicanos, etc.), Islam (sunismo, xiismo, o Sufismo , Jariyismo), Budismo (Theravada, Mahayana e Vajrayana), Hinduísmo (Visnuism, Krisnaísmo, Shivaísmo, Shaktism, etc.) e quinto religião adicionado entre privilegios acima, embora não seja a mais difundida no mundo, mas mantém uma grande influência tanto no interior do edifício e fora dele: Judaísmo (judaísmo ortodoxo, o judaísmo reformista, o Judaísmo Conservador, etc.). Eles são indicados para todos eles um espaço específico dentro da prática de construção.

[Imagem: Piramide_Paz_02.jpg]

Pirâmide da Paz.

O prédio fica em uma base quadrada de 62m x 62m e tem uma altura total de 62m, abrigando dentro de um espaço de 25 mil m2. É basicamente construída por peças de granito de dimensões iguais organizados e inseridos em uma estrutura metálica que forma em seu conjunto uma pirâmide truncada, como a ruptura revestimento de fachada aparente utilizando moderno vidro matizado fica desmaterializado a cúspide.
Agora veja como o interior é distribuído em três níveis, bem como a estrutura básica da Maçonaria :

“A estrutura da maçonaria é dividido em três pilares do poder, o judiciário, executivo e legislativo e representando os três pilares do templo dórico coluna é o poder judiciário, o representante de dentro da pousada é a primeira dos alunos atentos e responsáveis, é o poder de restrição, a coluna coríntia é o Poder Legislativo e representa o Warden Junior, responsável por pares, é o poder expansivo, representado pela coluna Ionic é o Poder Executivo, o representante dentro o lodge é o Mais Venerável Mestre, cabeça dos professores, é o coordenador ou o poder de equilíbrio. Estes três poderes são incorporados em três níveis principais de ação: nacional, provincial e local. No Poder Executivo tem o Presidente, Governador, Prefeito, na legislatura tem no Congresso, Senado e municípios, no Judiciário têm Tribunal Constitucional, Supremo Tribunal Federal e os Tribunais. Eles são o equilíbrio das três forças primárias da criação, positivo, negativo, neutro, e acima de tudo ser o Grande Arquiteto do Universo “.

[Imagem: Piramide_Paz_03.jpg]

PRIMEIRO NÍVEL

O edifício é organizado em ordem crescente a partir do porão da pirâmide, que hospeda o Opera House . Logicamente, é o mais escuro de todas as plantas e que facilitam a entrada de quatro vias abaixo do volume piramidal de acesso às instalações do edifício.
Se você olhar para o teto do auditório da Casa da Ópera, podemos ver que é um grande dom que cobre quase completamente.

[Imagem: Piramide_Paz_04.jpg]

SEGUNDO NÍVEL

A este nível, foram concebidas para o interior do edifício, o átrio é grande e evoca mesmas proporções da pirâmide exterior. Sua vez, é banhado por luz natural e zênite simbolicamente convidando a ascensão de todas as religiões em direção à iluminação.
Esta zona é organizada de modo que as várias religiões do mundo se reúnem para discutir “suas diferenças”, e como você pode ver, o público permanece sentado em torno de um sol que preside em sua plenitude o epicentro da mesa de conferência.
Esta é a fricção sol sol convexo Opera House, uma vez que está localizado logo acima dele, filtrando os raios de luz natural no interior do auditório.
Do ponto de vista esotérico da Maçonaria raios filtrados luz natural em um ato quarto escuro, simbolicamente, reivindicar atenção para o maior poder que éos relógios, e neste caso significaria que as pessoas ainda entretidas na escuridão do mundo material (House of Opera), este maior poder de eleito decide seu futuro, o nosso futuro.

[Imagem: Piramide_Paz_05.jpg]

TERCEIRO NÍVEL

Neste nível de aparência celeste é o mais importante espaço do edifício.
Apex é uma ponta em forma de pirâmide que é coroada por um trabalho de vitrais do artista Brian Clark . Esta janela de vitral ilumina uma sala de reuniões onde há outra mesa redonda, e importante! Fenestrada para distribuir a luz solar para os níveis mais baixos.
Maçonaria Em tal intervenção arquitectónica esotérica, por sua localização estratégica e as características físicas, é apresentado como o olho que tudo vê, que seria o que acontece tanto na parte inferior e no exterior.
Este espaço é reservado para os líderes de uma religião particular?? Sem eufemismos: a Elite, ou o que significa o mesmo a partir do nível esotérico: a este nível, só permitiria que o Illuminati, aqueles acima ….
Este espaço está literalmente inundado pela luz do sol e, novamente, encontramos a imagem do sol, desta vez representado abstratamente no ápice da ponta.

[Imagem: Piramide_Paz_06.jpg]

Esta cobertura é a continuação da estrutura de aço construção da fachada do edifício e nesta área o gabinete é feito de vidro, em que aderir esceligrafiadas ilustrações pombo retratando a vinda de paz após a reunificação das religiões e portanto, acrescentar também que os governos do mundo.

[Imagem: Piramide_Paz_07.jpg]

[Imagem: Piramide_Paz_09.jpg]

Comparação da Pirâmide da Paz com a parte de trás da nota de R $ 1.
O seu significado esotérico é como se segue:
A pirâmide cujo topo (Elite) é iluminado pelo olho da consciência (olho de Horus – Olho de RA), que vê tudo e domina uma base cega, feita de tijolos de granito idênticos (a população), uma pirâmide truncada eles não se misturam com a pirâmide superior que abriga o olho iluminado, pois é separado (Elite – sociedade fechada) da truncado literalmente (de pessoas).
Lembre-se de como este edifício é construído, como eu mencionei no início do artigo:
“Basicamente peças iguais de granito incorporado em uma estrutura de metal. Embora o pico é dematerialized através da utilização de vidro. ”
Não á coincidências. Ou sim, isso é uma arquitetura deliberadamente maçônica.

outubro 22, 2013 Posted by | governo mundial, nova ordem mundial | 1 Comentário

A Mídia programa sua mente

A Mídia programa sua mente.

uarta-feira, 10 de julho de 2013

A Mídia programa sua mente

[Imagem: 0.jpg]

Os meios de comunicação são as ferramentas mais poderosas usadas pela classe dominante para manipular as massas. Ela molda moldes de opiniões e atitudes, e define o que é normal e aceitável. Este artigo analisa o funcionamento dos meios de comunicação através das teorias de seus maiores pensadores, a sua estrutura de poder e as técnicas que utiliza, a fim de compreender o seu verdadeiro papel na sociedade.

A maioria dos artigos deste site discute o simbolismo oculto encontrado em objetos de cultura popular. A partir destes artigos surgem muitas perguntas relacionadas com a finalidade dos símbolos e as motivações daqueles que colocá-los lá, mas é impossível para mim dar respostas satisfatórias a estas perguntas sem mencionar muitos outros conceitos e fatos.

Eu, portanto, decidi escrever este artigo para suprir a fundamentação teórica e metodológica das análises apresentadas neste site, bem como introduzir os estudiosos do campo principal de comunicação de massa. Algumas pessoas lêem meus artigos e acham que estou dizendo: “Lady Gaga quer controlar nossas mentes”. Isso não é o caso. Ela é apenas uma pequena parte do gigantesco sistema que é a mídia de massa.

Programação Através da Mídia

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Os meios de comunicação são formas de mídia projetadas para atingir o maior público possível. Eles incluem televisão, cinema, rádio, jornais, revistas, livros, discos, jogos de vídeo e internet. Muitos estudos têm sido realizados no século passado para medir os efeitos da mídia sobre a população, a fim de descobrir as melhores técnicas para influenciá-la. Desses estudos surgiu a ciência das Comunicações, que é usado em marketing, relações públicas e da política. A comunicação de massa é uma ferramenta necessária a garantir a funcionalidade de uma grande democracia, é também uma ferramenta necessária para uma ditadura. Tudo depende do seu uso.

No prefácio de Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ele pinta um retrato bastante sombrio da sociedade. Ele acredita que ela é controlada por uma “força impessoal”, uma elite dominante, que manipula a população que utiliza vários métodos.Forças impessoais sobre as quais temos quase nenhum controle parecem estar a empurrar-nos a todos na direção do pesadelo “Brave New Worldian”, e isso está sendo impessoal, empurrando conscientemente acelerado por representantes de organizações comerciais e políticos que tenham desenvolvido uma série de novas técnicas de manipulação, no interesse de alguma minoria, os pensamentos e sentimentos das massas.

Sua perspectiva sombria não é uma simples hipótese ou um delírio paranóico. É um fato documentado, presente em estudos mais importantes do mundo na mídia de massa. Aqui estão algumas delas:

Pensadores da Elite

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Walter Lippmann

Walter Lippmann, um intelectual norte-americano, escritor e duas vezes vencedor do prêmio Pulitzer trouxe um dos primeiros trabalhos sobre a utilização dos meios de comunicação de massa nos Estados Unidos. No Opinião Pública (1922), Lippmann faz a relação das massas com um animal grande ou um rebanho confuso que precisava ser guiado por uma classe governante.

Ele descreveu a elite dominante como uma “classe especializada, cujos interesses vão além da localidade.” Esta classe é composta por peritos, especialistas e burocratas. Segundo Lippmann, os peritos, que muitas vezes são referidos como “elites”, são um mecanismo de conhecimento que contorna o defeito primário da democracia, o ideal impossível do cidadão “onicompetente.” O atropelamento ruge no “rebanho desnorteado” e tem a sua função: ser “o espectador interessado de ação”, ou seja, não participantes. A participação é o direito do “homem responsável”, que não é o cidadão comum.

Meios de comunicação e propaganda são, portanto, ferramentas que devem ser utilizadas pela elite para dominar o público, sem coerção física. Um conceito importante apresentado por Lippmann é a “fabricação do consentimento”, que é, em suma, a manipulação da opinião pública para aceitar a agenda da elite. É opinião de Lippmann que o público não está qualificado para raciocinar e decidir sobre questões importantes. Portanto, é importante para a elite decidir “para seu próprio bem” e, em seguida, vender as decisões para as massas.

Que a fabricação de consentimento é capaz de grandes requintes ninguém, penso eu, nega. O processo pelo qual a opinião pública surge certamente não é menos complicado do que tem aparecido nestas páginas, e as possibilidades de manipulação aberta a qualquer pessoa que entenda o processo é bastante clara. Como resultado da pesquisa psicológica, juntamente com os meios modernos de comunicação, a prática da democracia virou uma esquina. Uma revolução está ocorrendo, infinitamente mais importante do que qualquer deslocamento do poder econômico. Sob o impacto da propaganda, não necessariamente o significado sinistro da palavra sozinho, as constantes antigas do nosso pensamento tornaram-se, variáveis.

Não é mais possível, por exemplo, a acreditar no dogma original da democracia, que os conhecimentos necessários para a gestão dos assuntos humanos surge espontaneamente do coração humano. Quando agimos de acordo com essa teoria nos expomos ao auto-engano, e às formas de persuasão que não se pode verificar. Tem sido demonstrado que não podemos confiar na intuição, de consciência, ou os acidentes de parecer casual, se estamos a lidar com o mundo além do nosso alcance.Parecer – Walter Lippmann, Public

Pode ser interessante notar que Lippmann é um dos fundadores do Council on Foreign Relations (CFR), umaa das políticas estrangeiras mais influentes do mundo. Esse fato deve lhe dar uma pequena dica do estado de espírito da elite sobre a utilização dos meios de comunicação.

O poder político e econômico nos Estados Unidos está concentrado nas mãos de uma elite que controla a maioria de nós, baseado em empresas multinacionais, principais meios de comunicação, as fundações mais influentes, as principais universidades particulares e utilitários mais público. Fundada em 1921, o Conselho de Relações Exteriores é o elo fundamental entre as grandes corporações e do governo federal. Tem sido chamado de uma “escola de estadistas” e chega perto de ser um órgão de que C. Wright Mills chamou de a elite do poder (um grupo de homens, semelhante em juros e perspectivas de moldar os eventos e posições invulneráveis nos bastidores. A criação das Nações Unidas foi um projeto do Conselho, bem como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial).

Alguns dos atuais membros do CFR incluem David Rockefeller, Dick Cheney, Barack Obama, Hilary Clinton, a mega-igreja do pastor Rick Warren e os CEOs das grandes corporações, como CBS, Nike, Coca-Cola e Visa.

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Carl Jung

Carl Jung é o fundador da psicologia analítica (também conhecido como uma psicologia junguiana), que enfatiza a compreensão do psiquismo, explorando os sonhos, arte, mitologia, religião, símbolos e filosofia. O terapeuta suíço está na origem de muitos conceitos psicológicos utilizados hoje, como o arquétipo, do complexo, a persona, o introvertido / extrovertido e sincronicidade. Ele foi fortemente influenciado pelo contexto oculto de sua família. Carl Gustav, seu avô, foi um maçom ávido (ele era Grão-Mestre) e Jung se descobriu que alguns dos seus antepassados eram Rosacruzes. Isso poderia explicar seu grande interesse em filosofia oriental e ocidental, a alquimia, astrologia e simbolismo. Um de seus mais importantes (e mal) conceitos foi o Inconsciente Coletivo.

A minha tese, então, é a seguinte: Além da nossa consciência imediata, que é de natureza totalmente pessoal e que acreditamos ser a psique só empírica (mesmo que alinhada no inconsciente pessoal como um apêndice), existe um segundo sistema psíquico de natureza coletiva, universal e impessoal, que é idêntico em todos os indivíduos. Este inconsciente coletivo não se desenvolve individualmente, mas é herdado. É constituído de formas pré-existentes, os arquétipos, que só pode tornar-se consciente e secundariamente, que pode dar a forma definitiva a determinados conteúdos psíquicos.Carl Jung, o conceito de inconsciente coletivo.

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1955 Capa da Time Magazine com Carl Jung. Parece um pouco como Avatar, não é?

O inconsciente coletivo transparece através da existência de símbolos e figuras mitológicas similares em diferentes civilizações. símbolos arquetípicos parecem ser incorporados em nosso inconsciente coletivo, e, quando expostas a eles, que demonstram atração natural e fascínio. Símbolos ocultistas podem, portanto, exercer um grande impacto sobre as pessoas, mesmo que muitas pessoas nunca se apresentaram pessoalmente ao significado esotérico do símbolo. Alguns pensadores de comunicação social, tais como Edward Bernays D., encontrou nesse conceito uma ótima maneira de manipular o inconsciente pessoal e coletivo do público.

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Edward Bernays

Edward Bernays é considerado o “pai das relações públicas” e os conceitos utilizados, descobertos por seu tio Sigmund Freud para manipular o público com o subconsciente. Ele partilhou da opinião de Walter Lippmann da população geral, considerando-o irracional e sem prejuízo do instinto gregário. Na sua opinião, as massas precisam ser manipuladas por um governo invisível para assegurar a sobrevivência da democracia.

A manipulação consciente e inteligente dos hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante na sociedade democrática. Aqueles que manipulam este mecanismo oculto da sociedade constituem um governo invisível que é o verdadeiro poder do nosso país.

Nós somos governados, nossas mentes são moldadas, nossos gostos formados, nossas idéias são, em grande parte, feitas por homens que nós nunca ouvimos falar. Este é um resultado lógico do modo em que a nossa sociedade democrática é organizada. Um vasto número de seres humanos devem colaborar desta forma para que possam viver juntos como uma sociedade do bom funcionamento.Nossos governantes invisíveis são, em muitos casos, desconhecidos de suas identidades dos seus colegas no gabinete interior.Edward Bernays, Propaganda

Campanhas de marketing pioneiras como Bernay alteraram profundamente o funcionamento da sociedade norte-americana. Ele basicamente criou o “consumismo” por criar uma cultura onde os americanos compravam por prazer em vez de comprar por sobrevivência. Por esse motivo, ele foi considerado pela revista Life um dos 100 norte-americanos mais influentes do século 20.

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Harold Lasswell

Em 1939-1940, a Universidade de Chicago foi anfitriã de uma série de seminários sobre segredo das comunicações. Estes grupos de reflexão foram financiados pela Fundação Rockefeller e envolveu os pesquisadores mais proeminentes nos campos da comunicação e estudos sociológicos. Um desses estudiosos foi Harold Lasswell, um cientista político e teórico da comunicação, especializando-se na análise da propaganda. Ele também foi da opinião de que uma democracia, um governo governado pelo povo, não poderia se sustentar sem uma elite especializada moldar e moldar a opinião pública através da propaganda.

Em sua “Enciclopédia das Ciências Sociais”, Lasswell explicou que quando as elites não têm a força necessária para obrigar a obediência, os gestores sociais devem se voltar para uma “técnica totalmente nova de controle, principalmente através da propaganda”. Ele acrescentou que a justificação convencional: temos de reconhecer o “ignorância e (estupidez) … as massas e não sucumbir aos dogmatismos democráticos sobre os homens serem os melhores juízes de seus próprios interesses”.

Lasswell estudou extensivamente o campo de análise de conteúdo, a fim de compreender a eficácia de diferentes tipos de propaganda. Conteúdos em seu ensaio de comunicação, Lasswell explicou que, a fim de compreender o significado de uma mensagem (ou seja, um filme, um discurso, um livro, etc.), deve-se levar em conta a freqüência com que alguns símbolos aparecem na mensagem , a direção na qual os símbolos tentam convencer a opinião do público, e a intensidade dos símbolos usados.

– Lasswell era famoso por seu modelo de análise de mídia com base em:

Que (diz); que (a); quem (nos); Qual canal (com); Que efeito

Por este modelo, Lasswell indica que, a fim de analisar corretamente um produto da mídia, é preciso olhar para quem produziu o produto (o povo que ordenou a sua criação), que era destinado (o público-alvo) e quais foram os efeitos desejados de este produto (informar, convencer, vender, etc.) sobre a platéia.Usando um vídeo da Rihanna como exemplo, a análise seria a seguinte: OMS produziu: Vivendi Universal, O QUE: a artista pop Rihanna, a quem: os consumidores com idades entre 9 e 25, o CANAL: videoclipe; e qual o efeito: sua música, sua imagem e sua mensagem.

O termo “Illuminati” é freqüentemente usado para descrever esse grupo de elite pequena que secretamente faz decisão do povo. Embora o termo soa bastante caricaturado e conspirador, que descreve adequadamente as afinidades da elite com sociedades secretas e conhecimento oculto. No entanto, eu pessoalmente detesto usar o termo teoria da conspiração para descrever o que está acontecendo nos meios de comunicação de massa. Se todos os fatos sobre a natureza elitista da indústria estão prontamente disponíveis ao público, pode ainda ser considerada uma teoria da conspiração?

Costumava haver uma variedade de pontos de vista, idéias e opiniões na cultura popular. A consolidação das empresas de mídia, no entanto, produziu uma padronização da indústria cultural. Já se perguntou por que todas as músicas recentes soam a mesma coisa e todos os filmes recentes têm a mesma aparência? A seguinte é parte da resposta:

Propriedades Da Mídia

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Como representado no gráfico acima, o número de empresas que possuem a maioria dos meios de comunicação E.U. foi de 50-5 em menos de 20 anos. Aqui estão as corporações que evoluem ao redor do mundo e os bens que possuem.

Uma lista das propriedades controladas pela AOL Time Warner tem dez páginas digitadas de anúncios de empresas distintas e 292 filiais. Destes, 22 são joint-ventures com outras grandes corporações envolvidas em diferentes graus com as operações de mídia. Estes parceiros incluem 3Com, eBay, Hewlett-Packard, Citigroup, Ticketmaster, American Express, Homestore, Sony, Viva, Bertelsmann, Polygram, e Amazon.com.

Algumas das propriedades mais familiares e plenas propriedades da Time Warner Book incluem a Month Club, Little, Brown editores, HBO, com seus sete canais, CNN, sete canais especializados e de língua estrangeira; Road Runner, Warner Brothers Studios; Weight Watchers, Popular Science e cinqüenta e duas gravadoras diferentes.Bagdikan Ben, The New Media Monopoly.

AOL Time Warner possui:

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  • 64 revistas, como Time, Life, People, revista MAD e DC Comics
  • A Warner Bros, New Line e Fine Line Features no cinema
  • Mais de 40 músicas, incluindo Warner Bros, Elektra e Atlantic
  • Muitas redes de televisão como a WB Networks, HBO, Cinemax, TNT, Cartoon Network e CNN
  • Madonna, Sean Paul, The White Stripes

Viacom possui:

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  • CBS, MTV, MTV2, UPN, VH1, Showtime, Nickelodeon, Comedy Central, TNN, a CMT e BET
  • Paramount Pictures, Nickelodeon, MTV Films
  • Paramount Pictures, Nickelodeon, MTV Films
  • Nos cinemas e jogadores famosos

A Walt Disney Company possui

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  • Disney Channel, ABC, ESPN, A & E, History Channel,Walt Disney Pictures, Touchstone Pictures, Hollywood Pictures, Miramax Film Corp, e Buena Vista International
  • Miley Cyrus / Hannah Montana, Selena Gomez, Jonas Brothers

As propriedades da Disney de uma equipe de hóquei chamado The Mighty Ducks de Anaheim não começa a descrever a vastidão desse reino. Hollywood ainda é o coração simbólico, com oito estúdios de produção e distribuidores: Walt Disney Pictures, Touchstone Pictures, Miramax, Buena Vista Home Video, Buena Vista Home Entertainment, Buena Vista International, Hollywood Pictures, e Caravan Pictures.

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A Walt Disney Company controla oito marcas de livro em casa, como Walt Disney Company Book Publishing e ABC Publishing Group; a ABC Television Network, com dez estações de propriedade e operados própria, incluindo os cinco principais mercados; trinta estações de rádio, incluindo todos os principais mercados, canais a cabo, incluindo Disney, ESPN (conjuntamente), A & E e History Channel, treze canais de difusão internacional de alongamento da Austrália para o Brasil, sete unidades de produção e de esportes em todo o mundo e sites da Internet, incluindo o ABC grupo, ESPN.sportszone, NFL.com, NBAZ.com e NASCAR.com. Seus cinco grupos musicais incluem o Buena Vista, Lyric Street, e os rótulos Walt Disney, e produções de teatro ao vivo que cresce fora dos filmes; O Rei Leão, A Bela ea Fera e O Rei Davi.

Vivendi Universal possui:

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  • 27% das vendas de música E.U., rótulos incluem: Interscope Records, Geffen, A & M, Island, Def Jam, MCA, Mercury, Motown e Universal
  • Universal Studios, Studio Canal, Filmes Polygram, Canal
  • Inúmeros sites de internet e empresas de telefonia celular
  • Lady Gaga, The Black Eyed Peas, Lil Wayne, Rihanna, Mariah Carey, Jay-Z

Sony possui:

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  • Columbia Pictures, Screen Gems, da Sony Pictures Classics
  • 15% das vendas nos E.U. na música, rótulos incluem a Columbia, Epic, Sony, Arista, Jive Records e RCA
  • Beyoncé, Shakira, Michael Jackson, Alicia Keys, Christina Aguilera

Um número limitado de agentes da indústria cultural, uma quantidade limitada de pontos de vista e idéias que fazem sua maneira ao público em geral. Isso também significa que uma única mensagem pode facilmente saturar todas as formas de mídia para gerar consentimento (ou seja, “há armas de destruição em massa no Iraque”).

A Padronização do Pensamento Humano

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A fusão das empresas de comunicação nas últimas décadas gerou uma pequena oligarquia dos conglomerados de mídia. A TV mostra o que seguimos, a música que ouvimos, os filmes que assistimos e lemos os jornais que são produzidos por cinco empresas. Os proprietários desses conglomerados têm laços estreitos com a elite do mundo e, em muitos aspectos, eles são a elite. Por possuir todos os canais de escoamento, tendo potencial para atingir as massas, esses conglomerados têm o poder de criar na mente das pessoas uma visão de mundo única e coesa, gerando uma padronização “do pensamento humano”.

Mesmo os movimentos ou estilos que são considerados marginais são, na verdade, extensões do pensamento mainstream. Meios de comunicação de massa produzem seus próprios rebeldes que definitivamente olham para o lado, mas ainda são parte do estabelecimento e não pergunta nada. Artistas, criações e idéias que não cabem a maneira dominante de pensar são impiedosamente excluídos e esquecidos pelos conglomerados, o que torna praticamente desaparecido a partir da própria sociedade. No entanto, as idéias que são consideradas válidas e desejáveis para serem aceitos pela sociedade são habilmente comercializadas para as massas, a fim de torná-los tornar-se norma auto-evidente.

Em 1928, Edward Bernays já viu o potencial imenso de filmes para padronizar o pensamento:

O cinema americano é a maior transportadora inconsciente de propaganda no mundo de hoje. É um grande distribuidor de idéias e opiniões. O filme pode padronizar as idéias e os hábitos de uma nação. Porque as imagens são feitas para atender às demandas do mercado, que refletem, enfatizam até exagerar as amplas tendências populares, ao invés de estimular novas idéias e opiniões. O filme aproveita apenas de idéias e fatos que estão em voga. Como o jornal pretende com a notícia, ele pretende com entretenimento. Edward Bernays, Propaganda

Esses fatos foram classificados como perigos para a liberdade humana na década de 1930 pelos pensadores da escola de Frankfurt, como Theodor Adorno e Herbert Marcuse. Eles identificaram três principais problemas relacionados com a indústria cultural. A indústria pode:

1. Reduzir os seres humanos ao estado de massa, impedindo o desenvolvimento dos indivíduos emancipados, que são capazes de tomar decisões racionais;

2. Substituir a unidade legítima para a autonomia e auto-conhecimento pela preguiça segura de conformismo e passividade.

3. Validar a idéia de que os homens realmente procuram fugir do mundo absurdo e cruel em que vivem por perder-se em um estado hipnótico de auto-satisfação.

A noção de escapismo é ainda mais relevante hoje, com o advento dos jogos de vídeo online, filmes 3D e home theaters. As massas, constantemente estão à procura de entretenimento, vai recorrer a produtos de alto orçamento que só podem ser produzidos pelas maiores corporações de mídia do mundo. Estes produtos contêm mensagens cuidadosamente calculadas e símbolos que não são nada mais e nada menos do que propaganda divertida. O público foi treinado para AMAR sua propaganda na medida em que ele gasta o seu dinheiro suado para ser exposto a ele. As propagandas (usada em políticas, culturais e comerciais) não é mais a forma de comunicação coerciva ou autoritária encontrada em ditadura, tornou-se sinônimo de diversão e prazer.

No que diz respeito à propaganda, os defensores iniciais da alfabetização universal e a liberdade de imprensa prevista apenas duas possibilidades: a propaganda pode ser verdade, ou ele pode ser falsa. Eles não prevêem o que de fato aconteceu, sobretudo na nossa democracia ocidental capitalista, o desenvolvimento de uma vasta indústria de comunicação de massa, em causa a principal, nem com o verdadeiro nem falso, mas com o irreal, a mais ou menos totalmente irrelevante . Em uma palavra, eles não conseguiram levar em conta o homem do apetite com quase infinita distrações.Aldous Huxley, prefácio de Um Admirável Mundo Novo

A única peça de mídia muitas vezes não tem um efeito duradouro sobre a psique humana. Os meios de comunicação social, no entanto, pela sua natureza onipresente, cria um ambiente de vida que evoluem em uma base diária. Ele define a norma e que exclui o indesejável. Da mesma forma que os cavalos usam antolhos de transporte para que eles só podem ver o que está bem na frente deles, as massas só podem ver para onde eles deveriam ir.

É o surgimento da mídia de massa que possibilita o uso de técnicas de propaganda em escala social. A orquestração da imprensa, rádio e televisão para criar um processo contínuo, duradouro, torna o ambiente de total influência da propaganda praticamente despercebido, precisamente, porque cria um ambiente de constante. A mídia fornece a ligação essencial entre o indivíduo e as demandas da sociedade tecnológica.Jacques Ellul

Uma das razões da mídia de massa estar em êxito nas influências da sociedade é devida à extensa pesquisa em ciências cognitivas e da natureza humana que tem sido aplicado a ele.

Dessensibilização

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No passado, quando as mudanças eram impostas à população, eles tomariam as ruas, protestariam e haveria até revolta. O principal motivo para este choque se deveu ao fato de que a mudança foi claramente anunciada pelos governantes e compreendido pela população. Foi súbito e seus efeitos podem ser claramente analisados e avaliados. Hoje, quando a elite precisa que uma parte de sua agenda seja aceita pelo público, é feito através de dessensibilização. A agenda, que pode ir contra os melhores interesses públicos, é lento, gradual e repetidamente apresentado ao mundo através de filmes (envolvendo-lo dentro do lote), vídeos de música (que torná-lo legal e sexy), ou a notícia (que apresentá-lo como uma solução para os problemas de hoje). Após vários anos de exposição às massas, uma agenda particular, a elite abertamente apresenta o conceito do mundo e, devido à programação mental, é recebida com indiferença geral e é aceita passivamente. Esta técnica origina da psicoterapia.

As técnicas de psicoterapia, amplamente praticadas e aceitas como um meio de curar distúrbios psicológicos, são também métodos de controlar as pessoas. Eles podem ser usadas sistematicamente para influenciar atitudes e comportamentos. Dessensibilização sistemática é um método utilizado para dissolver a ansiedade do paciente para que o público não seja mais perturbado por um medo específico, o medo da violência, por exemplo. As pessoas se adaptam a situações assustadoras se forem expostas a eles o suficiente.

A programação preditiva é freqüentemente encontrada no gênero ficção científica. Apresenta uma imagem específica do futuro (o que é desejado pela elite) e, finalmente, torna-se na mente dos homens uma inevitabilidade. Uma década atrás, o público estava sendo insensível à guerra contra o mundo árabe. Hoje, a população está sendo gradualmente exposta a existência de controle da mente, do transhumanismo e de uma elite Illuminati. Emergindo das sombras, esses conceitos estão hoje em toda a cultura popular. Isto é o que Alice Bailey descreve como a externalização “da hierarquia”: os governantes ocultos lentamente revelando-se.

Conclusão

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Neste artigo analisamos os principais pensadores no campo dos meios de comunicação, estrutura de poder da mídia e das técnicas utilizadas para manipular as massas. Creio que esta informação é vital para a compreensão do “porquê” dos temas serem discutidos aqui no A Indústria Satânica Exposta. A população em massa “versus” classe dominante descrita em vários artigos, não é uma teoria da conspiração (novamente, eu odeio esse termo), mas uma realidade que tem sido claramente vista nas obras de alguns dos homens do século 20 mais influentes.

Lippmann, Bernays e Lasswell, todos declararam que o público não está apto a decidir seu próprio destino, que é o objetivo inerente à democracia. Em vez disso, apelou a uma criptocracia, um governo oculto, uma classe dirigente no comando do rebanho “confusos”. Como as suas idéias continuam a ser aplicadas para a sociedade, é cada vez mais evidente que uma população ignorante não é um obstáculo que os governantes devem tratar. É algo que é desejável e, de fato, necessário, para garantir a liderança total. Uma população ignorante não sabe os seus direitos, não busca uma maior compreensão das questões e autoridades. Ele simplesmente segue as tendências. A cultura popular serve para a ignorância, e alimenta continuamente servindo de entretenimento ao cérebro, colocando celebridades para ser idolatradas. Alguns perguntam se a como parar isso, o começo seria você tomar alguma atitude, não só com a sociedade, mas com você.

FONTE: KILUMINATI/SAIBA

julho 10, 2013 Posted by | nova ordem internacional, nova ordem mundial, tecnologia | Deixe um comentário